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As finalistas do Prêmio Claudia na categoria Trabalho Social

Fernanda Honorato, Gina Vieira Ponte e Karine Vieira as finalistas da categoria Trabalho Social. O prazo de votação se encerra na sexta-feira

O Prêmio Claudia, maior premiação feminina da América Latina, chega à sua 22ª edição reconhecendo o talento, as histórias de superação e a realização de brasileiras em diferentes áreas de atuação.

Escolha as suas favoritas e dê o seu voto. O prazo de votação se encerra na sexta-feira. Os vencedores serão anunciados noite de 2 de outubro na Sala São Paulo.

Conheça as finalistas deste ano na categoria Trabalho Social:

 Fernanda Honorato

A jornalista e atriz de 36 anos com Síndrome de Down é a primeira repórter com deficiência intelectual do Brasil. Ela integra o time do Programa Especial, da TV Brasil, que traz reportagens sobre deficiências, transmitidas com legendas, narração para imagens e linguagem de sinais

Ela também viaja pelo Brasil para ministrar palestras sobre inclusão. “Sempre digo às mães de crianças com síndrome de Down para não desistirem dos sonhos e acreditarem no potencial dos seus filhos.” Veja o que ela diz:

Gina Vieira Ponte

Em 2013, navegando nas redes sociais, a educadora ela se deparou com o vídeo de uma ex-aluna de 13 anos que dançava uma coreografia erótica ao som de um funk proibidão. A partir do choque ela teve ideia para a aula de produção de textos. Ela apresentou para a classe o nome de mulheres inspiradoras, como as scritoras Cora Coralina e Carolina de Jesus, e convidou os alunos a pesquisar e escrever sobre elas.

Os alunos batizaram o projeto de Mulheres Inspiradoras e levaram a pesquisa para casa, entrevistaram mulheres que fizeram diferença na vida deles e publicaram o trabalho em um livro coletivo. Gina agora lidera uma iniciativa para capacitar professores e replicar o trabalho em outras 15 escolas em Brasília. Veja o que ela diz:

Karine Vieira

Karine entrou para o crime aos 14 anos cometendo pequenos furtos e acabou entrando para o tráfico. Aos 24 anos, acabou presa por cinco meses. Logo depois voltou a trabalhar para uma quadrilha. Ela só parou quando um colega foi baleado e morreu depois de alguns meses.

Com um filho de 2 anos à época, ela parou para refletir e decidiu começar tudo de novo. Retomou os estudos, cursou serviço social e hoje é voluntária da agência de emprego Segunda Chance, do Grupo Cultural AfroReggae, que ajuda pessoas recém-egressas do sistema penitenciário a conseguir trabalho. “ Quem cometeu crimes quer, sim, mudar de vida. Só precisa de alguém que lhe estenda a mão e ofereça uma chance”. Veja o que ela diz: