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Após febre nos EUA, empresas começam a operar patinetes elétricos em SP

Após o período de testes, os usuários precisarão pagar uma taxa de 1 real para desbloquear o patinete e mais 0,25 centavos de real por minuto de uso

Por Redação - Atualizado em 13 ago 2018, 21h43 - Publicado em 13 ago 2018, 08h40

O sucesso dos patinetes elétricos nos Estados Unidos está inspirando startups a lançar o serviço de compartilhamento desses equipamentos em São Paulo. Depois da Ride, agora é a vez da Scoo iniciar a operação da nova modalidade de transporte em São Paulo.

“Em menos de um ano de operação, estima-se que existam mais de 10.000 patinetes elétricos somente nos EUA, por conta da adesão da população que é a favor da sustentabilidade e acredita que o patinete pode ajudar em um deslocamento mais ágil, seguro e barato”, afirma Mauricio Duarte, porta voz da Scoo.

Os patinetes da Scoo poderão ser retiradas e devolvidos nesta semana no Digital Building, localizado na rua Haddock Lobo, 595, nos Jardins, no período das 10h às 16h. O plano da empresa é ampliar o horário da operação e aumentar os pontos de entrega dos patinetes para incluir Avenida Paulista (até o fim desta semana), Avenida Faria Lima (a partir do dia 18) e Parque do Ibirapuera (a partir do dia 25).

Inicialmente, o serviço da Scoo funcionará gratuitamente em forma de teste. Para começar a usar os patinetes é preciso se cadastrar no site da empresa http://www.scoo.mobi/cadastre-se.html. Uma vez aprovado, o usuário recebe o link para download do aplicativo Scoo, no qual será possível localizar, desbloquear e utilizar o patinete. Somente neste fim de semana de estreia foram feitos 300 cadastros.

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Após o período de testes, os usuários precisarão pagar uma taxa de 1 real para desbloquear o patinete e mais 0,25 centavos de real por minuto de uso.

Segundo a empresa, os patinetes devem ser usados apenas nas ciclovias. Quem for pego fora da ciclovia está sujeito a uma uma multa de trânsito de 574,62 reais.

Para usar o patinete elétrico é necessário ter mais de 18 anos e usar capacete.

O serviço de compartilhamento de patinetes vai ter concorrência. Na semana passada, a startup Ride começou a testar a modalidade na região da Faria Lima, em São Paulo. A Yellow, que estreou no começo do mês o serviço de bicicletas soltas com redistribuição livre e liberadas por aplicativo de celular, também pretende trabalhar com patinetes elétricos.

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Marcelo Loureiro, sócio da Ride, trabalhou com compartilhamento de bicicletas nos últimos sete anos nos Estados Unidos. Lá, viu explodir o compartilhamento de patinetes e teve a ideia de trazer essa modalidade para o Brasil.

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