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Após febre nos EUA, empresas começam a operar patinetes elétricos em SP

Após o período de testes, os usuários precisarão pagar uma taxa de 1 real para desbloquear o patinete e mais 0,25 centavos de real por minuto de uso

O sucesso dos patinetes elétricos nos Estados Unidos está inspirando startups a lançar o serviço de compartilhamento desses equipamentos em São Paulo. Depois da Ride, agora é a vez da Scoo iniciar a operação da nova modalidade de transporte em São Paulo.

“Em menos de um ano de operação, estima-se que existam mais de 10.000 patinetes elétricos somente nos EUA, por conta da adesão da população que é a favor da sustentabilidade e acredita que o patinete pode ajudar em um deslocamento mais ágil, seguro e barato”, afirma Mauricio Duarte, porta voz da Scoo.

Os patinetes da Scoo poderão ser retiradas e devolvidos nesta semana no Digital Building, localizado na rua Haddock Lobo, 595, nos Jardins, no período das 10h às 16h. O plano da empresa é ampliar o horário da operação e aumentar os pontos de entrega dos patinetes para incluir Avenida Paulista (até o fim desta semana), Avenida Faria Lima (a partir do dia 18) e Parque do Ibirapuera (a partir do dia 25).

Inicialmente, o serviço da Scoo funcionará gratuitamente em forma de teste. Para começar a usar os patinetes é preciso se cadastrar no site da empresa http://www.scoo.mobi/cadastre-se.html. Uma vez aprovado, o usuário recebe o link para download do aplicativo Scoo, no qual será possível localizar, desbloquear e utilizar o patinete. Somente neste fim de semana de estreia foram feitos 300 cadastros.

Após o período de testes, os usuários precisarão pagar uma taxa de 1 real para desbloquear o patinete e mais 0,25 centavos de real por minuto de uso.

Segundo a empresa, os patinetes devem ser usados apenas nas ciclovias. Quem for pego fora da ciclovia está sujeito a uma uma multa de trânsito de 574,62 reais.

Para usar o patinete elétrico é necessário ter mais de 18 anos e usar capacete.

O serviço de compartilhamento de patinetes vai ter concorrência. Na semana passada, a startup Ride começou a testar a modalidade na região da Faria Lima, em São Paulo. A Yellow, que estreou no começo do mês o serviço de bicicletas soltas com redistribuição livre e liberadas por aplicativo de celular, também pretende trabalhar com patinetes elétricos.

Marcelo Loureiro, sócio da Ride, trabalhou com compartilhamento de bicicletas nos últimos sete anos nos Estados Unidos. Lá, viu explodir o compartilhamento de patinetes e teve a ideia de trazer essa modalidade para o Brasil.