Veja Digital - Plano para Democracia: R$ 1,00/mês

Após dar calote, Cristina Kirchner anuncia medidas para incentivar a economia

Presidente pretende estimular setor de veículos e, assim como a colega Dilma, culpa o exterior pela crise que o país atravessa

Por Da Redação 7 ago 2014, 22h03

A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, anunciou nesta quinta-feira medidas de estímulo à atividade econômica para atenuar a crise que se abate sobre o país. Em um ato na Casa Rosada, Cristina apresentou um plano para financiar a renovação das frotas de ônibus urbanos, outro para promover o emprego, especialmente entre os jovens, e medidas para estimular o setor imobiliário.

Leia mais:

Juiz diz que calote não significa fim das negociações com a Argentina

Mantega ‘garante’: calote da dívida argentina não impactará o Brasil

Argentina entra em default pela 2ª vez em 13 anos e espera reação do mercado

Continua após a publicidade

Ao justificar a necessidade de adotar estas medidas, Cristina usou o mesmo expediente da presidente Dilma Rousseff: culpou a crise internacional, afirmando que “apenas agora” as consequências da crise de 2008 chegam aos países emergentes. Segundo Cristina, há “uma reversão dos fluxos de capitais, que retornaram às economias desenvolvidas”. De fato, os recursos estão saindo de tais países – mas a razão é a desaceleração das economias latino-americanas que seguiram uma política econômica heterodoxa, permitindo alta da inflação, inchaço da máquina pública e crédito farto.

Leia também:

Após calote, Argentina contesta decisão dos EUA na Corte de Haia

Cristina pediu ainda que a população “consuma” e disse que o Estado deve continuar a sustentar a atividade econômica via gastos públicos. De acordo os últimos dados oficiais, a atividade econômica na Argentina desceu 0,2% em maio comparado com o mesmo mês de 2013. O PIB argentino diminuiu no primeiro trimestre deste ano 0,2% em relação ao mesmo período do ano passado. Para 2014, o orçamento oficial argentino prevê uma expansão do PIB de 6,2%, mas analistas esperam uma queda que pode chegar a 3,5%.

(Com EFE)

Continua após a publicidade


Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique. Assine VEJA.

Plano para Democracia

- R$ 1 por mês.

- Acesso ao conteúdo digital completo até o fim das eleições.

- Conteúdos exclusivos de VEJA no site, com notícias 24h e acesso à edição digital da revista no app.

- Válido até 31/10/2022, sem renovação.

3 meses por R$ 3,00
( Pagamento Único )

Digital Completo



Acesso digital ilimitado aos conteúdos dos sites e apps da Veja e de todas publicações Abril: Veja, Veja SP, Veja Rio, Veja Saúde, Claudia, Placar, Superinteressante,
Quatro Rodas, Você SA e Você RH.

a partir de R$ 9,90/mês

ou

30% de desconto

1 ano por R$ 82,80
(cada mês sai por R$ 6,90)