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Anvisa proíbe lote de extrato de tomate Quero com pelo de roedor

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária considerou que os produtos ofereciam risco à saúde e determinou seu recolhimento

Por Da redação - Atualizado em 20 fev 2017, 12h49 - Publicado em 20 fev 2017, 09h54

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda e a distribuição de um lote do extrato de tomate da marca Quero, fabricado pela Heinz Brasil, após laudo que constatou presença de pelo de roedor no produto. A proibição vale para todo o território nacional e está publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira.

De acordo com a Anvisa, o laudo “apresentou resultado insatisfatório ao detectar matéria estranha indicativa de risco à saúde humana, pelo de roedor, acima do limite máximo de tolerância pela legislação vigente”. A punição afeta o lote identificado como L. 11 07:35. Pela decisão da Anvisa, a empresa deverá recolher todo o estoque do lote insatisfatório existente no mercado.

Procurada por VEJA, a Quero disse em nota que foi comunicada do caso em agosto de 2016 e  já tomou as providências necessárias. A empresa afirma que fez investimentos nos últimos anos para aumentar a qualidade dos seus produtos. “A companhia afirma com segurança que os rigorosos controles no processo produtivo garantem a eliminação de qualquer risco ou prejuízo à saúde”, diz trecho da nota.

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