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Ante crise europeia, Brics querem ampliar comércio entre membros

Autoridades apostam nas transações dentro do bloco como um antídoto às incertezas da economia internacional

Por Da Redação
28 mar 2012, 11h46

Os ministros do comércio do grupo dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul) insistiram nesta quarta-feira na necessidade de intensificar as trocas comerciais dentro do bloco, considerando que este movimento seria um antídoto à crise europeia. As autoridades reuniram-se na véspera da abertura, nesta quinta-feira, da quarta cúpula dos Brics.

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Ainda que as trocas comerciais no bloco já estejam em plena expansão, o ministro indiano do Comércio, Anand Sharma, considerou que ainda estão bem longe do que se pode esperar de um grupo que reúne 40% da população mundial. “Há um amplo potencial de crescimento inexplorado para o comércio e o investimento entre os países Brics (…), o que facilitaria o crescimento econômico no momento em que a economia vive em plena incerteza”, declarou, referindo-se ao “retrocesso da demanda nos mercados europeus”.

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O comércio dentro do grupo chegou aos 212 bilhões de dólares em 2010 e estima-se que tenha alcançado 250 bilhões de dólares no ano passado, contra apenas 27 bilhões de dólares em 2002. A estimativa é que as transações possam atingir meio bilhão de dólares em 2015.

O grupo dos Brics, que realizou sua primeira cúpula em 2009, reunia inicialmente Brasil, Rússia, Índia e China. No ano passado, a África do Sul foi admitida no grupo.

(com agência France-Presse)

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