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Agências da Caixa abrem neste sábado para consultas ao FGTS

A maioria das dúvidas são em relação a contas com problemas cadastrais

Por Da redação - 18 Feb 2017, 13h23

Agências da Caixa abriram as portas neste sábado para os trabalhadores tirarem dúvidas sobre saques de contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A maioria das dúvidas são em relação a contas com problemas cadastrais, que não aparecem em consultas na internet. São casos de empresas que não informaram o afastamento dos funcionários ou fizeram o depósito em um CNPJ diferente do informado na carteira de trabalho, beneficiários com mais de um número de PIS ou que mudaram de nome.

Em todo o país, foram abertas 1.891 agências, com 25.620 funcionários a postos. No edifício sede da Caixa, em Brasília, cinco pontos se prepararam para atender a demanda, mas quem chegava para tirar dúvidas não encontrava fila. Até as 11 horas, haviam sido feitos apenas 29 atendimentos.

Quem conseguiu resolver os problemas na agência já pode deixar programada a opção de recebimento e, para quem tem contas na Caixa, é possível autorizar o depósito automático do dinheiro.  Antevendo a demanda alta por informações, a Caixa econômica aumentou em 20% a capacidade dos servidores para evitar problemas nos sites e triplicou a capacidade para o atendimento telefônico. De acordo com o vice presidente de Tecnologia do banco, José Eirado, não foram registradas dificuldades. “O número de pessoas acessando os sites da Caixa nos últimos dias foi o dobro do que tivemos na Mega Sena da Virada, uma de nossas maiores demandas”, explicou.

Foram feitos mais de 60 milhões de acessos ao site e mais de 1 milhão de ligações para o atendimento por telefone. Nas agências, nos últimos três dias foram mais de 1 milhão de atendimentos presenciais, de acordo com os dados do órgão.

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Os recursos das contas inativas poderão ser sacados de 10 de março a 31 de julho, de acordo com um cronograma baseado na data de nascimento do beneficiário. Mais de 30 milhões de brasileiros poderão retirar o dinheiro, o que deverá injetar R$ 35 bilhões na economia. Pode sacar o dinheiro quem tem contas que se tornaram inativas até 31 de dezembro de 2015.

(com Estadão Conteúdo)

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