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Aérea IAG tem prejuízo no segundo trimestre

Por Da Redação
3 ago 2012, 10h19

Por Danielle Chaves

Londres – O International Consolidated Airlines Group (IAG) – empresa resultante da fusão entre a espanhola Iberia e a British Airways – afirmou que tem planos de contingência para uma possível saída da Espanha da zona do euro, no maior reconhecimento público feito até agora por uma grande companhia europeia sobre os perigos de um colapso do bloco.

A IAG teve prejuízo após impostos de 95 milhões de euros no segundo trimestre, em comparação com o lucro de 38 milhões de euros um ano antes. Às 10h03 (de Brasília), as ações da IAG caíam 3,23% na Bolsa de Londres e recuavam 1,16% em Madri.

A receita cresceu 14%, para 4,61 bilhões de euros, mas os custos trabalhistas aumentaram 9,2%, para 1,11 bilhão de euros, enquanto os custos dos combustíveis e as despesas com emissões de carbono subiram 25%, para 1,56 bilhão de euros. A IAG teve prejuízo operacional antes de itens extraordinários de 4 milhões de euros, em comparação com o lucro operacional de 190 milhões de euros em igual período do ano passado.

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No primeiro semestre a IAG teve prejuízo líquido de 251 milhões de euros, após o lucro líquido de 88 milhões de euros um ano antes. A empresa não divulgou o lucro líquido do período. O prejuízo operacional da Iberia foi de 263 milhões de euros no semestre e a IAG afirmou que considera “uma reavaliação de todos os aspectos dos negócios” da empresa, apenas seis meses depois de relançá-la como Iberia Express.

Ao publicar os resultados, a IAG afirmou que criou um grupo de gerenciamento da crise da zona do euro que deu início a um “projeto de saída da Espanha” para considerar como uma saída do país da zona do euro afetaria seus negócios. O grupo de crise tem se reunido a cada duas semanas.

O grupo aéreo reduziu sua exposição aos bancos espanhóis, que correspondiam a 3% das contrapartes da IAG no fim de junho, em comparação com 27% seis meses antes. A empresa também reduziu a exposição aos bancos da Grécia, Irlanda e Portugal, bem como Itália, para menos de 1 milhão de euros. As informações são da Dow Jones.

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