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Ações japonesas atingem máxima em seis anos e fecham ano em alta

Maioria das bolsas do mercado asiático subiu no último pregão do ano, à exceção da China

Por Da Redação
30 dez 2013, 10h44

As ações japonesas encerraram o ano em alta nesta segunda-feira, atingindo máxima em seis anos. O Nikkei avançou 0,7% em seu último dia de negociação do ano. O mercado japonês ficará fechado de terça-feira à sexta-feira. O Nikkei avançou 56,7% em 2013, sua melhor performance anual desde 1972, sustentado por agressivos estímulos monetário e fiscal.

A maior parte dos mercados acionários asiáticos, entretanto, teve desempenho inferior ao japonês nesta segunda-feira, em parte porque investidores tiraram fundos de mercados emergentes para levá-los à Europa e aos Estados Unidos.

Ásia – Os principais mercados acionários da Ásia registraram ganhos. Na Austrália, o índice S&P/ASX 200 fechou em alta de 0,6%, aos 5.356,8 pontos, impulsionado pelas ações de mineradores e pelo dólar australiano mais fraco.

Os mercados acionários globais têm subido nas últimas duas semanas com base em uma melhora nos dados econômicos dos EUA, aumentando as apostas de que o crescimento norte-americano ganhará força no próximo ano. No entanto, o analista Ric Spooner, da CMC Markets, alertou que o índice está cada vez mais vulnerável a um recuo técnico, após o forte rali de 6% desde 12 de dezembro.

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Outros mercados da região também registraram ganhos. O índice PSEi, da Bolsa de Manila, nas Filipinas, fechou em alta de 0,2%, aos 5.889,83 pontos, e o Kospi, da Bolsa de Seul, na Coreia do Sul, subiu 0,4%, para 2.011,34 pontos. Em Taiwan, o índice Taiwan Weighted marcou ganhos de 1,0%, aos 8.623,43 pontos, com o maior volume negociado em quase um mês.

China – A exceção ficou por conta do mercado acionário chinês, no qual o índice Xangai Composto caiu 0,2% e encerrou o dia com 2.097,53 pontos. O índice Shenzhen Composto subiu 0,3%, para 1.054,22 pontos, e o Hang Seng, de Hong Kong, não registrou oscilação significativa, aos 23.244,87 pontos.

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O pregão na China foi de baixo volume negociado, sendo que o Xangai Composto oscilou grande parte do pregão próximo da estabilidade. Analistas disseram que os investidores preferiram ficar às margens do pregão. O destaque negativo do dia ficou por conta das ações do setor bancário, que registraram perdas diante de preocupações sobre as dívidas dos governos locais. As ações do Bank of China caíram 1,50% e as do Bank of Communications recuaram 2,31%.

Brasil – O mercado brasileiro tem nesta segunda-feira o último pregão do ano e a Bovespa deve fechar o ano com queda acumulada.

(com Estadão Conteúdo e agência Reuters)

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