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Ações da Petrobras sobem mais de 5% e impulsionam Bovespa

Notícia de que a empresa atingiu um novo recorde de perfuração de poço, alcançado na bacia de Sergipe-Alagoas, animou investidores; Bolsa tem maior alta do ano

Por Da Redação - 17 mar 2015, 16h52

Atualizada às 18h11

As ações da Petrobras tiveram forte alta nesta terça-feira na BMF&Bovespa. Os negócios foram impulsionados pela notícia de que a empresa atingiu um novo recorde de perfuração de poço. As ações ordinárias (ON, com direito voto) subiam 5,82%, negociadas 8,73 reais. Na máxima, chegaram a valer 8,75 reais, em alta de 6%. Já as ações preferenciais (PN, sem direito a voto) fecharam valorizadas a 5,08%, a 8,89 reais. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, reproduziu a melhora das ações da estatal e fechou em alta de 2,94%, a maior do ano.

Na tarde desta terça, a estatal informou ter atingido novo recorde nacional de perfuração de poço, a 2.990 metros de profundidade d’água, alcançada na bacia de Sergipe-Alagoas, na área de Moita Bonita, a 92 km de Aracaju, em fevereiro. Em nota à imprensa, a estatal disse que responde por 30% dos poços perfurados com maior profundidade no mundo, 15 de um total de 50. “Apenas seis poços exploratórios superaram essa marca no mundo.”

Ainda segundo a empresa, oito poços na região da bacia de Sergipe-Alagoa superaram a marca de 2.700 metros de profundidade, em um período de três anos.

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Sustentabilidade – Na segunda-feira, a estatal foi comunicada pelo Comitê do Índice Dow Jones de Sustentabilidade que a partir de 23 de março de 2015 não será mais integrante do Dow Jones Sustainability Index World (DJSI World), do qual fazia parte desde 2006. A saída do índice não implica, contudo, que a empresa deixará de ter ações negociadas na Bolsa de Nova York.

A decisão do comitê foi baseada nas denúncias de corrupção investigadas no âmbito da Operação Lava Jato. O comitê informou que vai monitorar a evolução das investigações e o posicionamento da Petrobras ao longo deste ano, podendo reconsiderar a participação da companhia a partir de 2016. Há dois anos, a empresa teve nota máxima no DJSI nos quesitos Transparência e Redução de liberações ao meio ambiente.

(Da redação)

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