Clique e Assine por apenas R$ 0,50/dia

Ação da OGX, de Eike Batista, tem dia negro na BM&FBovespa

Empresa petrolífera registrou a menor cotação histórica; resultado ajudou a pressionar o índice Bovespa, que desvalorizou 1,41% nessa quarta-feira

Por Da Redação 13 mar 2013, 21h30

As empresas do grupo EBX, de Eike Batista, lideraram as perdas do Ibovespa, o principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, dessa quarta-feira. O pior resultado foi da petrolífera OGX, que seguiu sua trajetória de queda, fechando o dia em baixa de 9,58%, a 2,36 reais – menor cotação para um pregão desde sua estreia na Bovespa, em 2008. Há menos de um ano, a OGX valia cerca de 19 reais por ação.

A petrolífera já havia caído para a menor cotação histórica antes mesmo do fechamento do pregão. No meio da tarde, a ação registrava queda de 8,05%, a 2,40 por ação. O papel da OGX perdeu valor com os relatórios de algumas instituições financeiras, que reduziram sua recomendação para o preço-alvo da ação. O desempenho da companhia acabou contaminando outras empresas do grupo EBX, que também estiveram na lista de maiores quedas em decorrência de uma realização de lucros recentes. MMX caiu 10,08% e LLX, 5,84%.

Leia também:

Eike cai 93 posições no ranking de bilionários da ‘Forbes’

Volume de produção da OGX cai em fevereiro e ações despencam

Juntas, as ações da OGX e da Vale pressionaram o Ibovespa para baixo, mesmo com o sinal positivo das bolsas norte-americanas, sustentado após um dado positivo para as vendas no varejo. Desta forma, o índice da BM&FBovespa terminou a quarta-feira com desvalorização de 1,41%, aos 57.385,90 pontos.

Leia ainda: Governo argentino ameaça retirar concessão da Vale

(com Estadão Conteúdo)

Continua após a publicidade
Publicidade