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A dancinha trilionária de Elon Musk, CEO da Tesla

Com a inauguração de fábrica em Berlim, valor de mercado da empresa voltou a ficar acima de US$ 1 trilhão; desafio de Musk, agora, é escalar a produção

Por Larissa Quintino Atualizado em 23 mar 2022, 23h23 - Publicado em 23 mar 2022, 09h38

Não basta ser apenas o homem mais rico do mundo, é preciso ter gingado — ou pelo menos mostrar vontade em ter. Elon Musk, 50, CEO da Tesla, cumpriu sua promessa e dançou durante a inauguração da nova fábrica companhia em Gruenheide, na Alemanha, repetindo o que já havia feito em Xangai, há dois anos, quando a Tesla abriu produção em Xangai. Com a inauguração da planta, as ações da Tesla subiram 6,8% na terça-feira, vendidas a 984 dólares, fazendo com que o valor de mercado da empresa voltasse para a casa de 1 trilhão de dólares. A empresa havia atingido a marca em outubro do ano passado, mas perdeu em dezembro.

A dancinha de Musk marca o avanço global de sua companhia, que investiu 5 bilhões de euros na planta europeia. Com a fábrica, a Tesla aumenta sua capacidade de fabricar veículos utilitários e esportivos elétricos, em um momento que motores a gasolina estão em cheque graças à crise global de petróleo provocada pela invasão da Ucrânia pela Rússia, uma das maiores exportadoras do produto.

A questão para Musk é a rapidez com que a empresa pode aumentar a produção em meio aos desafios da cadeia de suprimentos em todo o setor, incluindo a escassez de semicondutores e metais de bateria. “O início da produção é bom, mas a produção em volume é a parte mais difícil”, afirmou ele, durante uma visita ao local de construção da planta, em outubro. O multibilionário disse, então, que a Tesla teria como meta fabricar de 5.000 a 10.000 veículos por semana até o fim deste ano.

A fábrica da Tesla em Gruenheide é essencial para Musk capturar mais do mercado dos veículos elétricos em expansão da Europa. Na semana passada, ele afirmou que estava trabalhando em um novo “plano mestre” para a montadora e, nesta segunda, disse em redes sociais que “escalar para tamanho extremo” seria o assunto principal.

Os veículos estão saindo da linha de produção no coração automotivo da Alemanha, onde a Tesla contratou mais de 3.000 trabalhadores. Esse número deve crescer em alguns milhares nos próximos meses, disse a Tesla em um comunicado por e-mail. A empresa espera empregar 12.000 pessoas quando a produção completa de veículos estiver em andamento, juntamente com uma fábrica de baterias de 50 gigawatts-hora.

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