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Veneza se prepara para receber grandes nomes do cinema

Por Por Kelly Velásquez 29 ago 2011, 12h15

O filme mais recente dirigido por George Clooney abrirá na quarta-feira a 68ª edição do Festival de Cinema de Veneza, que este ano reúne uma inédita seleção de estreias mundiais de grandes cineastas: Roman Polanski, David Cronenberg, Abel Ferrara e Johnnie To.

O quarto filme escrito e dirigido por Clooney, “The Ides of March”, sobre os alcances insuspeitos da corrupção política, inaugurará a competição oficial, que tem 22 filmes na disputa.

O drama sobre a ambição e os limites da ética pessoal centrada na face oculta da política, com Ryan Gosling e o próprio Clooney como protagonistas, será o responsável pela abertura do festival mais antigo da Europa.

Durante 10 dias, até 10 de setembro, a mostra se tornará uma vitrine única para trabalhos de diretores renomados da sétima arte.

Até a estrela pop Madonna apresentará, fora de concurso, seu segundo filme como diretora, “W.E.”.

Outro convidado de honra será o ator Al Pacino, que exibirá também fora de competição seu terceiro longa-metragem como diretor: “Wilde Salomé”.

Mas talvez quem mais desperte expectativas é o franco-polonês Roman Polanski, que apresentará “Carnage”, protagonizado por Jodie Foster, Kate Winslet, Christoph Waltz, Polanski e John C. Reilly.

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O diretor compete pelo Leão de Ouro, mas não viajará Veneza por seus problemas judiciais.

Outro destaque da mostra competitiva é último filme do canadense David Cronenberg, “A Dangerous Method”, sobre os conflitos entre os pais da psicanálise, Carl Jung e Sigmund Freud, interpretados por Michael Fassbender e Viggo Mortensen.

Outros dois pesos pesados do cinema mundial também estão na disputa: o russo Alexander Sokurov com “Faust” e o americano Todd Solondz com “Dark Horse”, com Mia Farrow e Christopher Walken.

A edição deste ano de Veneza também marca o retorno do cineasta americano Abel Ferrara, com “4:44 Last Day on Earht”, com Willem Dafoe e Paz de la Huerta.

Três produções italianas, “Terraferma” de Emanuele Crialese, “L’ultimo terrestre” de Gianni Pacinotti e “Quando la notte” de Cristina Comencini, estão na mostra, assim como duas obras francesas, “Un été brûlant” de Philippe Garrel e “Poulet aux prunes” de Marjane Satrapi e Vincent Paronnaud, que esperam repetir o sucesso da animação “Persépolis”.

A presença do cinema americano é notável com cinco filmes na mostra, que este ano não tem nenhum longa-metragem latino.

O cinema brasileiro marca presença na mostra “Horizontes”, com “Girimunho”, dos diretores Helvécio Marins Jr. e Clarissa Campolina.

O homenageado deste ano no festival será o diretor italiano Marco Bellocchio.

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