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Veja Essa: Gilberto Gil, Cissa Guimarães e Rihanna

As frases que marcaram a semana

Por Lizia Bydlowski Atualizado em 3 dez 2021, 10h29 - Publicado em 3 dez 2021, 06h00

“Liberdade de expressão não pode significar essa facilidade, esse vício que vem do pelourinho.”
GILBERTO GIL, músico e acadêmico da ABL, condenando a naturalidade com que se promove a “secundarização do negro e do seu papel na sociedade”

“A China tem experiência em prevenir e controlar o coronavírus e tenho certeza de que será capaz de sediar os Jogos de Inverno sem atrasos e sem tropeços.”
ZHAO LIJIAN, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, antecipando-se às dúvidas sobre a realização da Olimpíada em Pequim por causa da nova variante

“Não dá mais tempo de reformar a França, é preciso salvá-la. Por isso decidi me candidatar à Presidência.”
ÉRIC ZEMMOUR, escritor e apresentador de TV, embolando o meio de campo da extrema-direita na eleição de 2022. Novato na política, ele culpa os imigrantes pelas mazelas nacionais e define a imprensa como “uma máquina de propaganda que odeia a França”

“É um caminho que prefiro não trilhar no momento.”
MATTHEW MCCONAUGHEY, ator com pretensões políticas, ao anunciar que não pretende se candidatar a governador do Texas, apesar da boa posição nas pesquisas

“Nunca fui fã dela. Acho que Harry foi terrivelmente usado e que algum dia vai se arrepender.”
DONALD TRUMP, ex-presidente americano agora com tempo para fofocar, falando mal de Meghan em entrevista por “manipular” o marido e ter sido “muito desrespeitosa” com a rainha Elizabeth

“O Nu pode ser confundido com new e o Xi não foi usado por ser um sobrenome muito comum.”
TARIK JASAREVIC, porta-voz da OMS, explicando por que a organização, em vez de continuar na sequência normal, pulou duas letras do alfabeto grego e resolveu batizar a nova variante de ômicron

“Há dois pronomes: ele e ela. Nossa língua é linda. Dois pronomes são o certo.”
BRIGITTE MACRON, primeira-dama da França, dando palpite na furiosa polêmica criada pelo dicionário Le Petit Robert ao incluir na nova edição o neutro iel, mistura de il (ele) e elle (ela)

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“Um país fadado a ser apenas fornecedor de carne e soja para adulto inteligente que faz vacina, iPhone, carro elétrico, supercondutor, inteligência artificial.”
JOÃO MOREIRA SALLES, cineasta, expondo as consequências para o Brasil da falta de apoio à ciência e da debandada de cérebros, talvez porque seja “difícil viver no meio de idiotas”

“A gente não pode rotular de feia a velhice. Ela tem sua beleza, porque é a história da gente. Acho legal mostrar uma certa flacidez.”
CISSA GUIMARÃES, atriz e apresentadora de bem com seu corpo. Aos 64 anos, diz que posaria nua, “sem Photoshop”

“Aquela falação sobre Deus (…) me faz lembrar do goleiro Bruno, que rezava antes do jogo e depois ia matar a moça e jogar pros cães.”
PAULO BETTI, ator, condenando no Twitter os muitos gestos religiosos de Weverton, do vitorioso Palmeiras, na partida contra o Flamengo na final da Libertadores. Betti depois pediu desculpas, parabenizou o jogador e apagou o post

“Fiz 21 cenas de sexo. Fiz questão de contar junto com o Bruno. Haja criatividade.”
DEBORAH EVELYN, atriz de 57 anos que, na tórrida novela Verdades Secretas 2, se envolve com um rapaz mais jovem representado por Bruno Montaleone, 25

“Todos foram ligeiramente sedados.”
JES GRUNER, da ONG ambientalista African Parks, explicando a logística de transporte de trinta rinocerontes-brancos, cada um pesando 1,5 tonelada, de avião, da África do Sul para Ruanda. O propósito é espalhar a espécie pelo continente e garantir sua preservação

Rihanna
Rihanna – Jonathan Brady/PA Images/Getty Images

“Nada se compara a sermos reconhecidos no solo onde crescemos.”
RIHANNA, cantora nascida em Barbados, ao ser declarada heroína nacional no dia da proclamação da república na ilha do Caribe, que até então tinha a rainha Elizabeth como soberana

Publicado em VEJA de 8 de dezembro de 2021, edição nº 2767

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