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Tiago Leifert, o valente, descasca gesto de Robbie Williams: ‘Bananão’

Apresentador está no comando do ‘Central da Copa’, espécie de mesa redonda das noites da Globo, e criticou a atitude do cantor já no início do programa

Por Redação Atualizado em 15 jun 2018, 10h31 - Publicado em 15 jun 2018, 10h14

Tiago Leifert, que já polemizou ao fazer um textão para defender que esporte e política não se misturem, desceu o sarrafo no gesto obsceno de Robbie Williams no show de abertura da Copa do Mundo da Rússia, nesta quinta-feira. Logo no início da primeira edição da Central da Copa, espécie de mesa redonda comandada por ele nas noites da Globo, o apresentador do BBB falou do dedo do meio erguido pelo cantor britânico, atitude entendida por muitos como crítica ao governo autoritário e homofóbico de Vladmir Putin.

Tem bilhões de criança assistindo. Não pode

Dentro do seu estilo bem-humorado, Leifert abordou o tema com uma cutucada no colega Caio Ribeiro. “Vamo ver o que aconteceu hoje. Teve festa de abertura. Caio Ribeiro, Robbie Williams mandou um recado para você, cara”, brincou. “Sabia que ia sobrar pra mim”, riu Caio.

“Que que houve, cara? Tem bilhões de criança assistindo. Não pode”, bateu Leifert. Caio Ribeiro concordou, corrigindo os dados do colega. “É o pontapé inicial da Copa do Mundo, tem bilhões de pessoas assistindo e ele manda uma dessa. É um bananão”, disse, ao que Leifert endossou. “É um bananão, pode falar.”

  • Tiago Leifert, então, tenta explicar a motivação do gesto. “Robbie Williams disse que estava sendo muito criticado por ir cantar na Rússia, um país onde as pessoas não gostam muito de carinho homoafetivo pelas ruas.”

    Cauã Reymond, convidado da estreia de Central da Copa, lembra também que o britânico foi proibido de cantar a música Party like a Russian, que seria uma crítica ao estilo russo de ser e governar — outra motivação possível para o gesto.

    E Leifert, que defende o divórcio entre esporte e política, acabou ele mesmo, veja só, fazendo uma crítica ao autoritarismo de Putin. “Para o bem dele, foi melhor assim. Ele podia desaparecer a qualquer momento.”

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