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Susan Boyle canta na estreia do musical sobre sua vida em Newcastle

Por Da Redação
28 mar 2012, 11h32

Londres, 28 mar (EFE).- O musical baseado na história de vida da cantora britânica Susan Boyle estreou na última terça-feira, no Newcastle Theatre Royal, diante de um público totalmente entregue, que, por sua vez, pode acompanhar a própria a artista escocesa nos palcos.

Apesar de ser interpretada pela atriz Elaine C. Smith no musical, Susan Boyle, de 51 anos, não exitou em subir ao palco logo após a peça para cantar duas de suas canções. O ato, que supostamente não estava previsto, deverá ficar restrito apenas à noite de estreia do musical.

Quando Susan interpretou o tema ‘I Dreamed A Dream’, do musical ‘Les Miseráveis’, no programa de televisão ‘Britain’s Got Talent’, não imaginaria que se tornaria um fenômeno midiático da noite para o dia, já que antes era voluntaria em uma igreja.

O espetáculo conta a vida da cantora escocesa sem deixar de mencionar alguns de seus momentos mais dramáticos e percorre desde sua infância em West Lothian (Escócia) até sua aparição estelar no citado concurso do canal ‘ITV’ há três anos.

Entre as dificuldades vivenciadas por Susan Boyle ao longo de sua infância e adolescência, a obra lembra como os médicos avisaram seus pais sobre a possibilidade da filha ter nascido com um dano cerebral. No musical, os atores também encenam a crise nervosa que a cantora sofreu logo após a final do concurso televisivo.

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Protagonista do espetáculo, a atriz Elaine C. Smith indicou à ‘BBC’ que ‘com muita frequência as pessoas são descartadas por causa de sua classe social, dificuldades de aprendizagem ou problemas de saúde, enquanto Susan, para ela, representa o outro lado disto tudo e, por isso, é capaz de se conectar e emocionar o povo’.

O roteiro teatral foi adaptado a partir da biografia da escocesa e, segundo Elaine, algumas das frases procedem da própria cantora.

Pat Lyon, um dos presentes na platéia, descreveu o discurso de Susan Boyle como ‘muito emotivo’ e ressaltou que a artista estava fantástica. ‘Não é pretensiosa. É uma autêntica senhora escocesa que jamais se esquece de onde veio, o que é adorável’. EFE

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