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Stevie Wonder diz ter sido enganado por advogado ‘por ser cego’

Contrato assinado pelo cantor quando ele tinha 21 anos garantia o pagamento de royalties por prazo indefinido para a família de seu antigo braço direito, mesmo após sua morte

Por Da Redação - 17 set 2015, 20h10

Stevie Wonder está acusando seu antigo advogado e braço direito, Johanan Vigoda, de ter tirado vantagem de sua cegueira. Segundo o site TMZ, o músico afirma que Vigoda o convenceu a assinar um contrato cujo conteúdo ele não conhecia inteiramente. Wonder declarou que ignorava uma cláusula que daria 6% dos royalties arrecadados por ele à família do advogado, por prazo indefinido após sua morte, que aconteceu em 2011.

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O contrato foi assinado por Stevie Wonder quando ele tinha 21 anos. Para cumprir o que previa o acordo, a gravadora do cantor passou a fazer os depósitos à viúva de Vigoda após a morte do advogado. Wonder afirma que ficou sem saber desse pagamento por quase dois anos e, quando descobriu, pediu que ele fosse interrompido. Ele diz que confiava muito em Vigoda e que nunca havia sido informado sobre a existência da cláusula “pós-mortem”.

O músico recorreu à Justiça americana para que o contrato perca sua validade. Nos documentos preenchidos por Wonder e obtidos pelo TMZ, ele diz que foi traído por um homem em quem ele confiava e que quer deixar de pagar os royalties porque o advogado tirou vantagem de um homem cego.

A viúva de Vigoda, por sua vez, também foi à Justiça reclamando o valor que Wonder não pagou após ter percebido o que estava acontecendo. Ela pede na ação que o cantor continue a fazer os pagamentos no futuro. O valor mínimo requeido é de 7 milhões de dólares.

(Da redação)

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