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‘Sangue Azul’, sobre incesto, leva o Troféu Redentor 2014

Com um amor incestuoso como tema, longa estrelado por Daniel de Oliveira ficou com as estatuetas de melhor filme (pelo júri oficial), diretor (Lírio Ferreira) e ator coadjuvante, para Rômulo Braga

Por Flávia Ribeiro 9 out 2014, 14h22

Ao se sagrar o grande vencedor do Troféu Redentor 2014, prêmio que anualmente é dado aos melhores filmes brasileiros participantes da mostra competitiva do Festival do Rio, na noite desta quarta, o diretor Lírio Ferreira confessou: “Foi difícil convencer as pessoas do meu sonho. Dessa aventura louca de fazer um filme a 500 quilômetros do continente”. Filmado em Fernando de Noronha e com um amor incestuoso como tema, Sangue Azul ficou com as estatuetas de melhor longa-metragem (pelo júri oficial), diretor, para Lírio, e ator coadjuvante, para Rômulo Braga. O prêmio de melhor documentário foi para À Queima-Roupa, sobre a chacina de Vigário Geral e a violência policial no Rio de Janeiro, que ganhou também o de melhor direção de documentário, para Theresa Jessouroun.

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VENCEDORES

JÚRI OFICIAL

presidido por Karim Ainouz e composto por Andrea Barata Ribeiro, Malu Mader, Maurizio Braucci e Mike Downey.

Melhor longa-metragem de ficção – Sangue azul, de Lírio Ferreira

Melhor longa-metragem documentário – À queima-roupa, de Theresa Jessouroun

Melhor curta-metragem – Barqueiro, de José Menezes e Lucas Justiniano

Melhor diretor de ficção – Lírio Ferreira (Sangue Azul)

Melhor diretor de documentário – Theresa Jessouroun (À queima-roupa)

Melhor atriz – Bianca Joy Porte (Prometo um dia deixar essa cidade)

Melhor ator – Matheus Fagundes (Ausência)

Melhor atriz coadjuvante – Fernanda Rocha (O último cine drive-in)

Melhor ator coadjuvante – Rômulo Braga (Sangue Azul)

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Melhor fotografia – André Brandão (Obra)

Melhor montagem – Luisa Marques (A vida privada dos hipopótamos)

Melhor roteiro – Murilo Salles (O fim e os meios)

Prêmio especial do júri – Ausência, de Chico Teixeira

Prêmio pelo conjunto da obra – Othon Bastos

JÚRI VOTO POPULAR:

Melhor longa ficção: Casa grande, de Fellipe Gamarano Barbosa

Melhor longa documentário: Favela gay, de Rodrigo Felha

Melhor curta: Max Uber, de André Amparo

NOVOS RUMOS

Júri presidido por Felipe Bragança e composto por Bianca Comparato e Cavi Borges

Melhor filme – Castanha, de Davi Pretto

Melhor curta – Bom comportamento, de Eva Randolph

Prêmio especial do júri – Deusa Branca, de Alfeu França

PRÊMIO FIPRESCI

Júri composto por Ernesto Diez Martinez, Luiz Zanin e Roni Filgueiras – Obra, de Gregorio Graziosi

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