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Roberta Medina: ‘O Rock in Rio uniu os estilos musicais’

Em meio à crise, festival se mantém como o nome forte do entretenimento no Brasil e se prepara para celebrar 30 anos com um público de 600.000 pessoas

Por Raquel Carneiro - 17 set 2015, 14h13
Roberta Medina, vice-presidente do Rock in Rio
Roberta Medina, vice-presidente do Rock in Rio VEJA

Em 1985, Roberta Medina tinha apenas seis anos. Ela pouco se lembra do festival de música que seu pai, o publicitário Roberto Medina, acabara de criar. “Sei que me perdi na obra da Cidade do Rock”, conta a empresária, agora vice-presidente executiva do Rock in Rio. A produtora começou a trabalhar nos bastidores do projeto em 2001, uma decisão de seu pai. “Eu tentei discutir, mas ele não deixou”, diz. “Ele é um homem que não aceita uma negativa como resposta. Essa foi a primeira lição que aprendi com ele na vida.”

Trinta anos depois do primeiro Rock in Rio, Roberta e seu pai preparam-se para entregar mais uma edição, que acontece a partir de sexta, dia 18, com a expectativa de receber cerca de 600.000 pessoas ao longo de sete dias.

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Apesar do cenário de crise econômica, o festival promete operar em boa forma. A média de shows diários caiu de 22 para 16 em comparação à edição anterior, em 2011, mas a estrutura tentará compensar, com a ajuda de atrações assinadas por patrocinadores e um parque de diversões melhorado.

Já a line-up foi motivo de narizes torcidos, especialmente pela longa lista de nomes repetidos de edições anteriores. Mas as críticas passam longe de ser um problema para Roberta. “Nem tudo o que a gente quer dá para fazer. Mas acho que a curadoria ficou melhor do que pensamos no início. Queríamos que o festival tivesse esse olhar dos 30 anos. E quando os ingressos para o Queen, que tocou na primeira edição, esgotaram no primeiro dia, tive a certeza de que estávamos no caminho certo”, diz a empresária, que também aposta no fator nostalgia como um reforço para a satisfação do público nos próximos dias.

Este ano o Rock in Rio celebra 30 anos. Quais momentos você destaca como marcantes nessa trajetória? O ícone dos 30 anos do evento sem duvida é o Queen cantando Love of My Life. Na verdade, não cantaram, regeram a plateia. Essa é uma imagem muito forte do evento. Depois existem momentos nos bastidores, como as dificuldades para que o festival acontecesse. Dessa trajetória toda, 2001 é um ano que foi um marco, pois é quando o evento passa a ter uma característica mais plural, com mais ofertas de palcos. Foi quando percebemos pais levando os filhos para conhecer o Rock in Rio. Foi aí que decidimos abraçar esse novo público. Quando a gente foi para Lisboa, em 2004, já tínhamos transformado a Cidade do Rock em um parque temático da música. Com atividades para gostos e idades diferentes.

Abraçar o público mais jovem e pop foi uma necessidade? Com certeza, foi de propósito. A ideia inicial do Rock in Rio era que pessoas diferentes pudessem conviver em paz unidos pela música. E música de uma forma abrangente e não de nicho. O rock no nome está ligado à atitude. O rock que é revolucionário, construtivo, otimista. E para ter um público da dimensão do Rock in Rio, não poderia ser focado em um único estilo musical, pois não temos esse mercado. Queríamos ter muitas pessoas diferentes e a música virou ferramenta dessa mistura. O Rock in Rio uniu todos os estilos musicais. Somos um evento dedicado à família.

Seu pai é um empresário respeitado no país e foi quem te empurrou para a missão de coordenar o Rock in Rio. Quais lições aprendeu com ele? Ele é um homem que não aceita uma negativa como resposta. Essa foi a primeira lição que aprendi com ele na vida. E que nada é impossível. Se você quer algo e trabalha de fato para conquistar aquilo, você conseguirá chegar lá, por mais louca que a ideia seja. E também aprendi que a desistência, o “eu não consegui”, “não deu certo”, também exige um preço a ser pago. Outra coisa que meu pai tem é a necessidade de pensar no outro, de respeitar o público. E quem é nosso público? A plateia, os artistas, o patrocinador, a equipe, os fornecedores, os moradores em torno, as entidades públicas, a própria cidade. São muitos públicos diferentes que precisam de atenção para que o evento continue a acontecer com qualidade.

Mesmo em um período de crise, o festival conseguiu se manter de pé. O que você aponta como razões para a permanência do Rock in Rio? Nos últimos anos, o mercado de entretenimento se empolgou demais com o poder aquisitivo em alta no país. Esse período que a gente se estabeleceu, foi um momento de adaptação de expectativas. A gente determina o valor do ingresso com estimativa de lucro razoável. Se você olhar os valores do mercado, com o show de apenas um cantor internacional, por exemplo, e o que a gente oferece, com diversos shows por dia, nosso ingresso poderia custar 500 a 600 reais. Não cobramos mais porque não acreditamos nisso. Existe um limite para o consumidor. E se queremos um evento com 600.000 pessoas, temos que pensar no poder aquisitivo dessa quantidade de gente.

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Quais empecilhos a crise econômica causou para o evento? Já estávamos com o evento fechado antes da alta do dólar. Costumamos trabalhar com antecedência. Porém, alguns fornecedores voltaram para conversar. Tivemos que rever algumas coisas, já que 40% do nosso orçamento é em dólar e quando começamos as negociações a moeda estava a 2,60. Para manter os planos, tivemos que reajustar o valor do ingresso.

O valor do ingresso, aliás, foi alvo de controvérsia, já que o festival tinha um acordo com o Ministério da Cultura, com base na lei de isenção fiscal. Depois dessa experiência, acredita que no futuro voltará a tentar captar verba publica? A história com a lei Rouanet foi uma infelicidade. Foi uma questão de burocracias com agenda. A data de venda do ingresso já estava anunciada e a data da reunião do Minc para aprovar a mudança do valor era depois do início das vendas. Mas a gente tinha que fazer essa mudança. Porém, enquanto o Minc incluir um projeto como o Rock in Rio como possibilidade a gente vai usar as leis de incentivo, pois elas existem para todas as pessoas do mercado. Claro que alguns projetos existem só por causa da lei, porém outros como o Rock in Rio precisa de suporte para existir com firmeza, qualidade e segurança. Um evento com 85.000 pessoas por dia é um risco muito grande. Tivemos sorte da atual força das pessoas para esgotar os ingressos. Mas isso não é normal. O normal de eventos grandes é fechar a conta no último dia. Então é importante a existência de ferramentas para proteger o empresariado.

Este ano também marcou a primeira edição nos Estados Unidos e o número de ingressos vendidos não alcançou o ideal. Vocês esperavam por isso? Toda primeira edição em um país é um investimento. A gente não chama de prejuízo, porque estava previsto. Entrar nos EUA, o maior mercado de entretenimento do mundo, era algo que já estava programado. No histórico de grandes eventos de música por lá, comparando a primeira edição deles com a nossa, vendemos cinco vezes mais ingressos. Claro, que estamos falando de tempos e sociedades diferentes, mas é significativo. E 90% das pessoas que foram ao festival estavam de propósito em Las Vegas por causa do Rock in Rio. Eu acho que foi um grande sucesso. Porém, um mercado daquela dimensão tem um tempo para amadurecer. Foi só o início da brincadeira.

Quais os planos para os Estados Unidos e o Rock in Rio? Duas próximas edições estão garantidas. Nosso contrato com a MGM vai até 2019. Eles já queriam que fizéssemos uma vez por ano, mas não temos condições de elaborar outro até 2016. Então vamos fazer uma segunda edição em 2017 e, talvez, a partir daí, uma em 2018 e outra em 2019.

Existem negociações para levar o festival a outros países? Estamos preparando Lisboa, que acontece em maio do ano que vem. Porém, nosso foco agora é os EUA. A gente entende que uma vez a marca consolidada lá, será mais fácil ir para outros lugares. Por enquanto, existem apenas conversas, com lugares como Dubai, Argentina e Índia.

O line-up desse ano foi alvo de elogios e críticas. Ficou como vocês queriam, ou tiveram problemas para trazer algumas bandas? A curadoria é feita pelo próprio Roberto e um time grande, com muita pesquisa de mercado, mas ela também depende muito da disponibilidade do artista. Tem artistas que não estão em turnê este ano. Então uma parte do line-up é primeiro ver quem está disponível e quem não está. Nem tudo que a gente quer dá pra fazer. Mas acho que a curadoria ficou melhor do que pensamos no início. Queríamos que o festival tivesse esse olhar dos 30 anos. E quando os ingressos para o Queen, que tocou na primeira edição, esgotaram no primeiro dia, tive a certeza que estamos no caminho certo. Teremos três dias dedicados ao rock, um a mais que as últimas edições, além de dias voltados para um público mais velho, e o fim de semana para o público mais jovem.

Seu pai diz que Frank Sinatra foi o único artista que o fez tremer quando conheceu pessoalmente. Qual músico fez você se sentir assim? Não costumo conhecer os artistas (risos). O palco e o camarim são os lugares que eu menos vou. Eu fico muito dedicada ao evento, sou porta-voz, tenho que resolver crises e quase não vejo show. É uma tristeza (risos). Claro, já conheci vários artistas, mas não é minha prioridade. Só teve uma vez que eu falei, agora vou lá e vou conhecer esse cara, que foi o Robin Williams, em Lisboa. Mas quando cheguei ao camarim, ele já tinha ido embora (risos).

https://youtube.com/watch?v=ng9AGZtiTdU

Queen + Adam Lambert

Apesar da formação “Frankenstein”, a banda Queen tem se esforçado para continuar na ativa com vocalistas que tentam ocupar o lugar do inalcançável Freddie Mercury. Nesta edição, quem chega com os músicos originais é Adam Lambert. O performático cantor americano vai entoar os grandes hits da banda, garantindo a sensação de nostalgia, especialmente para aqueles que compareceram à primeira edição, em 1985, quando o Queen foi aplaudido como o melhor show do festival. São esperadas canções como Bohemian Rhapsody, Under Pressure, Don’t Stop Me Now, Somebody to Love, Killer Queen, We Will Rock You e, claro, We Are The Champions. Os rapazes são a atração principal do dia 18 de setembro, abertura do festival, e se apresentarão à meia-noite, no Palco Mundo. 

Ira! + Rappin Hood e Toni Tornado

Edgard Scandurra e Nasi, à frente da banda de rock Ira!, se apresentam ao lado do rapper Rappin Hood e do ator e cantor de soul Tony Tornado. A mistura inesperada de suingue, guitarras e versos soltos promete uma boa experiência musical. Aposta para começar o dia 18, às 16h30, no Palco Sunset. 

Homenagem à Cássia Eller

A cantora Cássia Eller será tema de uma elaborada homenagem feita pelo festival, que encerrará a programação do Palco Sunset, no dia 18. O show com grandes sucessos da roqueira terá a participação de Nando Reis, Arnaldo Antunes, Zélia Duncan, Mart’nália, Emanuelle Araújo, Filipe Catto, Xis, Julia Vargas, Tacy (que interpreta Cássia no musical sobre a cantora), Fabão e Márcio Mello. A apresentação começa às 20h. 

Metallica

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Após seis participações no festival, o Metallica se firma como o grande arroz de festa do Rock in Rio. Uma das principais referências do metal, a banda merece ser vista quantas vezes voltar ao país. Com uma longa coleção de hits, os roqueiros liderados por James Hetfield prometem mais uma apresentação enérgica com faixas como Seek and Destroy, Disposable Heroes, Master Of Puppets, One, Lords of Summer, The Unforgiven e Enter Sandman. O grupo é a atração principal do dia 19 de setembro, no sábado, e se apresentam no Palco Mundo, à meia-noite.

Rod Stewart

Há cinco décadas na ativa, o cantor britânico começou ao lado da banda Faces antes de partir para a carreira solo. Sua voz rouca e letras românticas são os ingredientes que embalam hits como Maggie May, Tonight’s the Night (Gonna Be Alright), You’re in My Heart (The Final Acclaim), Da Ya Think I’m Sexy? e Forever Young, canções esperadas no palco do Rock in Rio. Covers também podem fazer parte da setlist, como The First Cut Is the Deepest, de Cat Stevens, e Some Guys Have All the Luck, do The Persuader. O cantor se apresenta no dia 20 de setembro, mesma data de seu compatriota Elton John. Ambos são os nomes fortes do domingo no Palco Mundo, com John às 22h30 e Stewart à meia-noite.

John Legend

O clima de romance do primeiro domingo do festival, com Elton John e Rod Stewart, é reforçado pelo cantor americano John Legend, que levou o Oscar de melhor canção original este ano pela faixa Glory, tema do filme Selma. O vocal forte e a habilidade no piano são as marcas do cantor, que deve entoar por aqui hits como All Of Me, Ordinary People, P.D.A (We Just Don’t Care), Stay With You e You & I (Nobody in the World). Legend se apresenta no Palco Sunset, às 20h. 

Baby do Brasil + Pepeu Gomes

Depois de 27 anos, os cantores voltam a tocar juntos em um grande show no Rock in Rio, com produção do filho do casal, Pedro Baby. A dupla que marcou a MPB nos anos 1970, inicialmente com o grupo Novos Baianos, fez um aclamado show na primeira edição do festival, em 1985, quando Baby estava grávida de 8 meses. O repertório trará canções da turnê Baby Sucessos – A Menina ainda Dança, lançado em DVD em 2014. São esperadas músicas como Seus Olhos, Telúrica, Tinindo Trincando, Sem Pecado e Sem Juízo, Lá Vem o Brasil Descendo a Ladeira, Um Auê com Você, Menino do Rio, entre outros. A dupla sobe ao Palco Sunset no dia 20, às 16h30. 

System of a Down

A banda que deu um novo fôlego ao metal nos anos 1990 retorna ao Rock in Rio, após uma apresentação enérgica em 2011. Os roqueiros são a atração principal do dia 24, quinta-feira que abre o segundo fim de semana do festival. Eles sobem ao Palco Mundo à meia-noite após um esquenta de ninguém menos que o Queens of the Stone Age, que se apresenta às 22h30. A expectativa é que o System of a Down entoe hits como Chop Suey!, Toxicity, Lonely Day e Sugar.

Slipknot

Os roqueiros mascarados tocam pela terceira vez no festival (a primeira em 2004, no Rock in Rio Lisboa, e a segunda em 2011, no Rio de Janeiro) e quinta vez no Brasil (dois shows em 2005, um em 2011 e outro em 2013). Elogiada em todas as apresentações, a banda retorna com a moral alta e o novo disco 5: The Gray Chapter, primeiro de inéditas em seis anos, lançado em 2014. O grupo é a atração principal do Palco Mundo, na sexta-feira, dia 25, à meia-noite. São esperadas canções como Surfacing, (Sic), Spit It Out, Wait and BleedThe Heretic Anthem e o novo hit Killpop

Faith No More

Para completar um dos melhores dias do metal no Rock in Rio 2015, o grupo Faith no More sobe ao Palco Mundo às 22h30, em um sanduíche com as ótimas Mastodon, que toca às 21h, e Slipknot, que fecha a noite. A última vez dos roqueiros no festival foi em 1991, em sua segunda edição, sediada no Maracanã. Depois, a banda passou por um hiato de 11 anos, voltou à ativa em 2009 e lançou em maio de 2015 seu oitavo disco, Sol Invictus, o primeiro de inéditas em 18 anos. Além dos sucessos do passado, o setlist do grupo deve incluir muitas faixas do novo trabalho, como as densas Motherfucker, Superhero e a canção que dá título ao CD.

Sam Smith

Nos passos da cantora Adele, o cantor britânico uniu uma decepção amorosa a uma voz potente e conquistou o mercado fonográfico com seu primeiro disco In the Lonely Hour, que lhe rendeu logo quatro gramofones no Grammy deste ano. Além dos hits do álbum, como Stay With Me, Money on My Mind, I’m Not The Only One e Lay Me Down, são esperadas canções como Nirvana, de seu primeiro EP, Latch (que ele gravou ao lado da banda Disclosure), e os covers My Funny Valentine (hit do jazz, conhecido na voz de Ella Fitzgerald) e Do I Wanna Know?, do grupo Arctic Monkeys. Smith sobe ao Palco Mundo no sábado, dia 26, às 22h30, antes da cantora Rihanna. 

Rihanna

A cantora caribenha promete ser o nome que vai causar no Rock in Rio. Ousada e desbocada, ela foi eleita atração principal do Palco Mundo do sábado, dia 26. Essa é a segunda vez seguida da moça no festival, que trará novas canções como FourFiveSeconds, Bitch Better Have My Money e American Oxygen, além de hits de seus discos Unapologetic, Talk That Talk e Loud. Apesar de ter atrasado mais de uma hora em sua última participação no Rock in Rio, Rihanna não deixou uma má impressão e foi dona do recorde de vendas este ano: em menos de uma hora, seu dia já estava esgotado. Se seguir a agenda, ela sobe ao palco à meia-noite. 

https://youtube.com/watch?v=pjNB31jtL8Y

Sérgio Mendes e Carlinhos Brown

Uma pitada de samba com reggae misturado com bossa nova e um apurado piano. A fórmula é boa e são poucas as chances de dar errado o show de Sergio Mendes e Carlinhos Brown. A dupla, que foi indicada ao Oscar pela trilha sonora do filme Rio e produziu uma canção para a Copa do Mundo 2014, se apresenta no Palco Sunset no dia 26, às 20h. Vale lembrar que Brown foi um dos primeiros artistas a protagonizar um barraco no Rock in Rio. Em 2001, o músico fez um show quase inteiro sendo agredido pela plateia de roqueiros, que jogava contra ele objetos e garrafas de água. 

Erasmo Carlos e Ultraje A Rigor

Assim como Carlinhos Brown, o tremendão foi outro que sentiu a vaia do público do Rock in Rio, logo na primeira edição, em 1985. O músico superou o trauma e voltou ao festival em 2011, ao lado de Arnaldo Antunes. A recepção foi bem diferente, e Erasmo saiu ovacionado da apresentação. Agora, ele volta acompanhado pelos músicos Roger Moreira, Mingau, Bacalhau e Marcos Kleine, da banda Ultraje à Rigor. A trupe se apresenta no dia 26, sábado, no Palco Sunset, às 16h30. 

A-Ha

Mais uma banda volta das cinzas. Sucesso nos anos 1980, o grupo norueguês tocou pela primeira vez no Rock in Rio em 1991, e foi eleito o melhor show da edição. Em 2010, eles anunciaram o fim da banda e passaram pelo Brasil para uma turnê de despedida. Para alegria dos fãs, os roqueiros anunciaram o retorno este ano e vão aproveitar a vinda ao Rio de Janeiro para emendar uma turnê pelo país, com datas marcadas para Brasília, Recife, Fortaleza, São Paulo e Curitiba. Eles se apresentam no Rock in Rio no domingo, dia 27 de setembro, no Palco Mundo, às 22h30, antes da cantora Katy Perry. 

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