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Ana Paula Padrão: ‘Jurados do MasterChef são bons personagens’

Apresentadora conta como a mão do diretor do programa, Patricio Diaz, permitiu a Paola, Jacquin e Fogaça desenvolverem seus traços diferenciais

Por Maria Carolina Maia Atualizado em 24 ago 2016, 09h17 - Publicado em 23 ago 2016, 18h01

Ana Paula Padrão jura que não sabe quem vai levar a terceira temporada do MasterChef Brasil, na noite desta terça-feira – se Bruna ou Leonardo. Ela diz que a informação é guardada num cofre por Patricio Diaz, o Pato, como é conhecido o diretor do programa. E é a ele também que atribui o sucesso do reality culinário, além da habilidade que a Band teve de conjugar televisão e redes sociais, onde o MasterChef de fato reina. “O Pato montou um casting muito bom. Os chefs fizeram teste de câmera antes de serem escolhidos e ele tira de cada um o seu melhor, como a dualidade do Henrique Fogaça, que, ao mesmo tempo em que parece um badboy, é o primeiro a chorar com algo comovente.”

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Leia abaixo uma rápida entrevista de Ana Paula Padrão ao site de VEJA:
 

Você já sabe quem vai ganhar? As pessoas não acreditam, mas eu não sei, juro. A prova é gravada com antecedência porque é impossível fazer ao vivo. A gravação toda do episódio leva umas cinco horas, porque os caras têm de cozinhar de verdade, não dá para fazer em tempo real. E tem de ser no embalo das gravações de toda a temporada, do contrário, os finalistas teriam meses para se preparar, já que cada temporada é gravada previamente, bem antes de estrear. E os jurados votam no dia em que a prova é realizada. Cada um dá seus votos para os pratos, entrada, salada, por meio de itens como acidez, que o diretor põe no bolso para depois trancar num cofre.

Você acha que os jurados exageram nas críticas? Nossa, se eles se comportassem como os jurados do MasterChef americano, a audiência não daria conta, é muito pesado. A avaliação dos chefs é por critérios, nada pessoal. Claro que aparecem algumas arestas, mas não acho que seja digno de nota.

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As críticas são justas, então? Não digo justas, mas que esse é o papel deles. Crítico não pode ficar elogiando e achando tudo bom o tempo todo.

E o programa funciona bem com esses jurados… Funciona muito bem, porque os personagens foram bem desenvolvidos.

Eles são personagens? Os jurados não são atores, mas fazem personagens baseados em quem são. A Paola Carosella é naturalmente uma mulher que gosta de ensinar.

Mas onde começa e termina a encenação? Eu não diria que há encenação, e sim direção. O diretor, o Pato (Patricio Diaz) é muito bom. Ele trata de tirar o melhor de cada um: a ironia francesa do Èrick Jacquin, que é ao mesmo tempo malvado e engraçado, com tiradas e frases de efeito, essa veia professoral da Paola, e a dualidade do Fogaça, que ao mesmo tempo tem cara de badboy e é o primeiro a chorar com casos comoventes. O Pato montou um casting muito bom. Os chefs fizeram teste de câmera antes de serem escolhidos. Passaram vários candidatos até termos esses três.

Você tem preferência entre os finalistas? Não, porque os dois chegam à final bem emparelhados.

Você chegou a receber críticas nas redes sociais por não ter uma grande participação no programa. Isso a incomoda? Você ainda acompanha as redes? Não acompanho. Para falar a verdade, é raro eu ver o programa quando ele vai ao ar. Em geral, eu vejo no dia seguinte. É raro eu estar acordada na hora em que o MasterChef vai ao ar. Eu sou muito solar. Começo a sentir sono quando escurece. E em rede social cabe qualquer coisa. Tem muita coisa sensacional e muita coisa estapafúrdia. Se você tem uma imagem pública e for se preocupar com cada crítica, não faz mais nada da vida.

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