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‘Quero trabalhar com sertanejo e country’, diz Roberto Medina sobre próximas edições do Rock in Rio

Idealizador do festival citou Elton John como destaque desta edição

Por Valmir Moratelli Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 11 set 2026, 18h43 | Atualizado em 11 set 2026, 22h29
‘Quero trabalhar com sertanejo e country’, diz Roberto Medina sobre próximas edições do Rock in Rio Priorize VEJA no Google

O idealizador do Rock in Rio, Roberto Medina, 79, revelou os dois gêneros que ambiciona trabalhar nas próximas edições do festival. “Quero trabalhar sertanejo e country”, afirmou o empresário nesta sexta-feira, 11. Segundo ele, a ideia ainda não começou a ser desenvolvida de forma concreta, mas já está “no radar”.

  • Sertanejo e country: após a estreia do K-pop no festival, Medina falou sobre a possibilidade de ampliar ainda mais a diversidade musical do Rock in Rio. “Tem muito pedido para você abrir o leque do Rock in Rio. Quando pensei em K-pop, as pessoas falavam: ‘Não é’. E foi. Tem um outro também que quero trabalhar, que é o country e o sertanejo. Por que não? O sertanejo é um gênero que é o mais tocado no Brasil. O country é um gênero muito bacana”, disse. “Não comecei a pensar nisso objetivamente, mas está no meu radar.”
  • Balanço da edição: Medina classificou como “fantástico” o resultado do festival e destacou o clima familiar na Cidade do Rock. “Você tem duas cidades hoje no Rio, a cidade de fora e essa cidade aqui, que é construída pela paixão das pessoas que fazem e das pessoas que vêm”, afirmou. Para ele, além do entretenimento, o evento movimenta diferentes setores da economia e oferece ao público um momento de “alegria” em meio a um cenário mundial difícil.
  • Elton John: questionado sobre a atração que mais o impressionou até agora, Medina não hesitou em citar Elton John. “Elton John não é o artista que está cantando, é uma lenda. Lenda é lenda”, afirmou. O empresário ainda brincou com a disposição do músico durante a apresentação: “Quero saber que remédio ele toma, que quero tomar também”.
  • Rock in Rio além da música: o idealizador reforçou que o festival nunca teve a proposta de se limitar a um único gênero. “Desde o início, ele nunca foi uma questão só do artista. Era um conjunto de tribos diferentes. É muito comum um cara dizer: ‘Ah, mas não é rock’. Não, ele nunca foi. Era rock, pop, metal, tudo”, disse. Medina também defendeu o investimento em grandes eventos como estratégia para impulsionar o turismo e a economia do Rio de Janeiro.
  • Show aéreo: Medina também comentou a apresentação da esquadrilha que sobrevoa a Cidade do Rock. Segundo ele, a atração nasceu de uma ideia simples e acabou ganhando música e uma introdução inspirada em Top Gun. “Virou uma coisa que as pessoas estão amando e eu também”, afirmou.

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