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Postos de saúde da Cidade do Rock atenderam três mil pessoas

Nos três primeiros dias do Rock in Rio, foram os metaleiros que mais procuraram as unidades

Por Da Redação - 26 set 2011, 19h23

Os seis postos médicos instalados dentro da Cidade do Rock atenderam, durante os três dias de shows, 3.373 pessoas. Isso representa cerca de 1% da totalidade dos que foram ao Rock in Rio. A noite do heavy metal, no domingo, foi a que registrou maior procura por atendimento médico. O número de roqueiros que com algum tipo de problema chegou a 1.383. A maioria foram casos de dor de cabeça, alteração da pressão, entorse, luxação e emergência ortopédica de forma geral.

Um dos seis postos foi planejado como um centro médico avançado. É uma espécie de mini-hospital, preparado para receber casos mais graves e, se necessário, fazer a remoção para outros hospitais. Nessa unidade dentro da Cidade do Rock, há até CTI. Como os postos são da Rede D’Or, os pacientes em estado mais grave foram transferidos para os hospitais da mesma rede ou para as unidades públicas de saúde. De todos os que precisaram de auxilio médico, 24 foram removidos.

O caso mais grave foi de uma adolescente, de 19 anos, com insuficiência respiratória, no dia 24. Ela precisou ser entubada, e recebeu respiração artificial. Essa jovem teve de ser levada para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, zona oeste. Em nota, o coordenador médico do atendimento clínico do evento, João Pantoja, disse que a paciente já recebeu alta.

Para socorrer os pacientes do Rock in Rio, a rede de saúde teve que montar, por cada noite de show, uma estrutura equivalente a três dias de emergência de um hospital de grande porte. Durante o evento, estão disponíveis 1, 5 mil profissionais, entre socorristas, médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem. Há também 40 leitos, sendo nove UTIs, e 15 ambulâncias.

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