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Peças de museu de Oxford ‘assam’ sob teto de vidro limpo

A instituição reformou o teto em um processo que incluiu a remoção de uma película protetora contra raios ultravioletas (UV) que tinha se deteriorado

Por Da redação 28 jul 2016, 21h05

Peças como esqueletos de dinossauro e espécimes raras empalhadas estão sendo destruídas por causa das temperaturas muito altas no Museu de História Natural da Universidade de Oxford. Isso começou a acontecer depois que a construção passou por uma reforma em seu teto de vidro do século 19, permitindo a entrada de mais luz do sol.

O museu, fundado em 1860, limpou e reformou o seu grande teto de vidro vitoriano em 2012 e 2013 a um custo de 2,6 milhões de dólares, um processo que incluiu a remoção de uma película protetora contra raios ultravioletas (UV) que tinha se deteriorado. “A remoção da película junto com a remoção da poeira e da sujeira resultou num aumento significativo dos níveis de UV”, disse o museu.

A instituição, agora, planeja colocar uma película reflexiva no teto de vidro para tentar reduzir as temperaturas, que já chegaram a 44 graus Celsius. O museu enviou uma proposta sobre a nova intervenção ao poder municipal de Oxford, que tem que aprovar o plano para a reforma.

(Com agência Reuters)

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