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‘Não matei Michael Jackson’, diz médico

Conrad Murray afirma na primeira entrevista após deixar a prisão que o astro pop usava analgésicos receitados por outros médicos para conseguir dormir

Por Da Redação 24 nov 2013, 18h34

Em sua primeira entrevista desde que deixou a prisão, há cerca de um mês, o médico Conrad Murray, de 60 anos, afirmou ao diário inglês The Daily Mail que não foi o responsável pela morte do cantor Michael Jackson.

“Eu não matei Michael. Ele se matou com uma dose cavalar de analgésicos de sua reserva pessoal”, disse.

Condenado pela morte do astro do pop, Murray deixou a prisão em Los Angeles no último dia 28 de outubro. Ele foi condenado por homicídio culposo pois a Justiça americana entendeu que os remédios que mataram Jackson foram administrados por ele.

Além defender sua reputação, o cardiologista revelou detalhes de sua relação próxima com o cantor. “Você quer saber o quanto éramos próximos? Eu segurei seu pênis todas as noites para inserir nele um cateter, pois Michael sofria de incontinência à noite”, afirmou. Murray acrescenta que Jackson usava sempre calças pretas nesse período. “Depois de ir ao banheiro, ele vazava por horas.”

Segundo Murray, Jackson estava em um “estado terrível” às vésperas da morte e abusava de diversas substâncias “receitadas por outros médicos”. O médico negou que o cantor estivesse viciado no analgésico propofol, que causou sua morte, embora o quadro que apresenta seja de uma pessoa que não podia viver sem o remédio.

“Ele me implorava pelo remédio porque queria dormir, porque não queria pensar. Ele estava em crise no final da vida, tomado pelo pânico e desolação”, disse. Segundo Murray, o cantor chamava o propofol de “leite”.

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