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Mostra de Tiradentes exibirá 131 produções nacionais

Evento que começa nesta sexta-feira vai homenagear atriz Simone Spoladore e almeja revelar novos talentos do cinema brasileiro

Por Da Redação 18 jan 2013, 11h44

Começa nesta sexta-feira – e vai até o dia 26 – a 16.ª Mostra de Tiradentes, que ocorre na cidade histórica mineira. O evento sedia a Mostra Aurora, que virou a mais importante vitrine do cinema de autor no País e, por isso mesmo, atrai olheiros dos maiores festivais do mundo, interessados no reconhecimento dos novos talentos brasileiros. A mostra também prestará homenagem à atriz Simone Spoladore, que terá três filmes na programação geral: Sudoeste, de Eduardo Nunes, Nove Crônicas para Um Coração aos Berros, de Gustavo Galvão, e A Memória Que Me Contam, de Lúcia Murat.

A programação consta de 131 filmes – 34 longas e 97 curtas, que serão projetados em 54 sessões distribuídas entre o Cine Tenda e o Cinema da Praça. Nos últimos anos, além das projeções, Tiradentes tem recebido debates decisivos para a compreensão e estímulo ao ato de fazer cinema no Brasil. Como disse a homenageada – Simone -, o fato de esse cinema de autor não ser o que mais fatura na bilheteria não inibe a constatação de que contribui para a memória brasileira. “São histórias com universos muito particulares e que revelam outras formas de olhar o Brasil.”

Os debates deste ano privilegiam o tema Fora do Centro, como o próprio festival, que fica fora do eixo Rio/São Paulo. “A cada ano, a Mostra Tiradentes tem demonstrado sua capacidade de se renovar e estabelecer diálogo entre as diversas esferas da sociedade”, explica Raquel Hallak, da Universo Produções, coordenadora do evento. “Nesta edição, o público vai conhecer a produção brasileira de todos os cantos do Brasil.” A abertura, nesta sexta à noite, será com o longa paraibano Onde Borges Tudo Vê, de Taciano Valério, que venceu o Festival Lume no ano passado.

Mostra Aurora – Havia quase 40 filmes inscritos com o perfil da Mostra Aurora. Sete foram selecionados e serão exibidos a partir de segunda-feira. “Poucas vezes vi a ‘Aurora’ com tanta personalidade própria”, avalia Cléber Eduardo, curador da mostra competitiva. Aurora privilegia jovens diretores com até três longas no currículo. “A programação deste ano tem aum pouco de estratégia política, de percepção, de visibilidade e de discussão”, diz o curador.

Dos sete concorrentes deste ano, cinco são documentários – Ventos de Valls, de Pablo Lobato; Matéria de Composição, de Pedro Aspahan; Nas Minhas Mãos Eu Não Quero Pregos, de Cris Ventura; Flutuantes, de Rodrigo Savastano, e Os Dias com Ele, de Maria Clara Escobar. Há também duas ficções – Ferrolho, de Taciano Valério, e Linz – Quando Todos os Acidentes Acontecem, de Alexandre Veras.

Existem mais duas mostras – a Autorias traz diretores, fotógrafos ou produtores que propõem um modo próprio de olhar, com alta mediação estilística. E a Mostra Sui Generis: ela contempla propostas de estilo próprio, que fogem do senso comum e quebram expectativas.

(Com Estadão Conteúdo)

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