Melhor da semana: Taylor Swift transforma VMA em consagração autoral
Cantora ultrapassa Beyoncé em número de prêmios
Taylor Swift, 36, já não precisava de mais um VMA para provar sua força na música pop. Mesmo assim, saiu da cerimônia do último domingo, 27, com três novos troféus, chegou a 33 na carreira e ultrapassou Beyoncé, tornando-se a artista mais premiada da história da premiação. Entre as vitórias estava a de Vídeo do Ano, por The Fate of Ophelia, que ela dedicou a Dolly Parton.
Mas foi outro prêmio que resumiu melhor a fase atual da cantora: Taylor se tornou a primeira homenageada com o Artist Director Honors, criado pelo VMA para reconhecer artistas que também constroem suas obras atrás das câmeras. Dos cerca de sessenta clipes em que participou ao longo da carreira, ela escreveu e dirigiu dezoito. Na mesma noite, ainda aproveitou o palco para estrear Patient Zero, estrelado por Dakota Johnson e Colin Farrell.
Há muito tempo Taylor entendeu que, no pop, cantar é apenas parte do trabalho. Ela escreve a narrativa, controla os símbolos, espalha pistas e transforma cada lançamento em capítulo de um universo próprio.
Agora a coluna GENTE também está no Instagram. Siga o perfil @veja.gente





