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Leandra Leal polemiza uso de canetas emagrecedoras e rebate acusações

Atriz esclareceu declarações sobre magreza

Por Nara Boechat Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 21 ago 2026, 11h03
Leandra Leal polemiza uso de canetas emagrecedoras e rebate acusações Priorizar nos meus resultados Google

Leandra Leal se manifestou, nesta quinta-feira, 20, sobre a repercussão das declarações sobre magreza e o uso das chamadas canetas emagrecedoras. A atriz afirmou que sua fala anterior, exibida em um trecho de sua participação no Sem Censura, foi interpretada de maneira diferente do que pretendia e resumiu sua posição em três pontos: “Um: não estou demonizando o uso das canetas emagrecedoras. Dois: não estou romantizando a obesidade. E três: eu acho um retrocesso a volta do padrão de beleza de extrema magreza”.

O desabafo, feito em uma publicação nas redes sociais, ocorre após Leandra provocar debate ao comentar a popularização dos medicamentos usados para emagrecimento e relacionar o fenômeno à pressão estética. No post, ela reforçou que sua crítica não é ao uso dos remédios como tratamento, mas à transformação da magreza extrema em um padrão de beleza.

“As canetas emagrecedoras, que são um medicamento extremamente benéfico e eficaz no combate a uma doença brutal como a obesidade, elas estão sendo usadas para isso também. E é uma pena. Se as canetas tem indicação clínica, elas têm que ser utilizadas, sim. Agora, a gente tem uma tendência a usar medicamentos e atalhos para atingir padrões que nos aprisionam. Espero que tenha ficado claro”, pontuou.

Ainda no relato, ela refletiu sobre como a sociedade trata o corpo feminino. “A sociedade acredita que o corpo feminino é algo público e pode ser debatido, julgado, dominado, avaliado e padronizado. É um retrocesso a volta desse padrão da beleza extremamente magra, um padrão que é muito difícil de se atingir, um padrão que para atingir a gente sofre muito e a gente detona a nossa autoestima e a nossa relação com o nosso corpo, porque a gente está em busca de um padrão que não é natural e só vai fazer mal. Isso é uma forma de dominação da sociedade patriarcal sobre as nossas vidas”, disse.

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