Clique e assine a partir de 8,90/mês

Justiça acata denúncia contra cunhado de Ana Hickmann

Gustavo Henrique Bello Correa agora é réu pelo crime de homicídio doloso, quando há intenção de matar. Ele alega legítima defesa na morte do homem que invadiu quarto de hotel e ameaçou a apresentadora e a mulher dele

Por Da Redação - 8 jul 2016, 21h08

A Justiça acatou denúncia por homicídio doloso – quando há a intenção de cometer o crime – apresentada pelo Ministério Público de Minas Gerais contra o cunhado da apresentadora Ana Hickmann, Gustavo Henrique Bello Correa. Na tarde de 21 de maio, Correa matou Rodrigo Augusto de Pádua, fã da apresentadora que invadiu o quarto de hotel em Belo Horizonte onde a equipe de Ana estava hospedada com o objetivo de assassiná-la. O cunhado da apresentadora, agora réu, vai responder pelo crime e, ao final do processo, poderá ir a júri popular.

Leia também:

Ana Hickmann faz protesto após denúncia do MP contra cunhado

Especialistas alertam: a próxima Ana Hickmann pode ser você

Ouça a conversa entre Ana Hickmann e fã que a atacou

A denúncia apresentada pelo promotor Francisco de Assis Santiago tem como principal argumentação o fato de Pádua ter sido morto com três tiros na nuca. O inquérito da Polícia Civil apontou morte em legítima defesa e pediu o arquivamento do caso. Houve luta entre os dois antes de o invasor ser alvejado. Para o MP, no entanto, Correa realmente agiu em legítima defesa, mas excedeu essa condição e praticou o homicídio intencionalmente.

A denúncia foi apresentada nesta quinta pelo MP. Nesta sexta, Ana Hickmann publicou nas redes sociais a palavra “Indignação” e sua definição no dicionário: “revolta”, “sentimento de oposição”, “de cólera”, “provocada por uma circunstância injusta, indigna ou revoltante”.

Segundo informações do Fórum Lafayette, a primeira instância de Minas Gerais, foi emitida nesta sexta carta precatória para São Paulo para depoimento de Gustavo Correa, já dentro da fase de instrução do processo. Ao final, após o depoimento de testemunhas e da Polícia Civil, a Justiça decidirá se o acusado vai ou não a júri popular.

(Com Estadão Conteúdo)

Continua após a publicidade
Publicidade