Clique e Assine a partir de R$ 19,90/mês

Jovem rapper morto nos EUA levou 25 tiros de policiais, diz advogada

Willie Bo, de 20 anos, morreu em um restaurante de 'fast food'; policiais alegam que dispararam temendo por segurança

Por Da Redação 21 fev 2019, 02h36

O rapper Willie Bo (nome artístico de Wwillie McCoy), de 20 anos, morreu no início do mês após levar 25 tiros de policiais na Califórnia, segundo denunciou nesta quarta-feira 20 a advogada da família da vítima, Melissa Nold.

De acordo com Nold, seis policiais de Vallejo, cidade localizada 50 quilômetros ao norte de São Francisco, atiraram no rosto, na garganta, no peito, na orelha esquerda, braços e ombros de Willie Bo, de 20 anos, em um restaurante fast food no dia 6 de fevereiro. O rapper iniciava a carreira e já havia gravado canções como Nowadays e Young World.

“Isso foi exagerado. Não há provas que justifiquem esse nível de força e não há razão possível para que você precise atirar em alguém tantas vezes”, declarou a advogada. “Era quase como se eles estivessem praticando tiro ao alvo.”

Nold disse que Willie Bo estava na casa da família gravando músicas quando decidiu ir a um restaurante da rede Taco Bell para jantar.

Continua após a publicidade

A polícia informou que recebeu uma ligação do estabelecimento sobre um Mercedes-Benz estacionado na fila do drive-thru com o motor ligado e um homem que parecia desmaiado, com a cabeça no volante. De acordo com essa versão, os policiais notaram uma arma no carro reagiram quando Bo acordou, procurou a arma e ignorou a ordem de “mãos ao alto”.

“Temendo por sua segurança, seis policiais dispararam com suas armas de serviço”, disse a polícia de Vallejo em um comunicado. As autoridades também indicaram que a pistola foi carregada e havia sido reportada como roubada no Oregon.

Para Nold, que é ex-policial, nada justifica essa resposta. “Esse é o tipo de força que você usa em um tiroteio”, insistiu.

Ela acrescentou que, dadas as circunstâncias, eles poderiam ter tomado uma posição de defesa e acordar a vítima usando a sirene ou a corneta da patrulha.”Se achavam que ele estava armado, por que eles ficaram na frente dele?”, questionou.

(Com AFP)

Continua após a publicidade


Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique. Assine VEJA.

Impressa + Digital

Plano completo da VEJA! Acesso ilimitado aos conteúdos exclusivos em todos formatos: revista impressa, site com notícias 24h e revista digital no app, para celular e tablet.

Colunistas que refletem o jornalismo sério e de qualidade do time VEJA.

Receba semanalmente VEJA impressa mais Acesso imediato às edições digitais no App.

a partir de R$ 39,90/mês

Digital

Plano ilimitado para você que gosta de acompanhar diariamente os conteúdos exclusivos de VEJA no site, com notícias 24h e ter acesso a edição digital no app, para celular e tablet.

Colunistas que refletem o jornalismo sério e de qualidade do time VEJA.

Edições da Veja liberadas no App de maneira imediata.

a partir de R$ 19,90/mês