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Fotógrafo brasileiro recebe nesta quarta Prêmio Rei da Espanha

Por Da Redação
28 mar 2012, 08h38

Madri, 28 mar (EFE).- O fotógrafo brasileiro Wilton Júnior, do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ recebeu há pouco das mãos do rei Juan Carlos, assim como jornalistas mexicanos, argentinos, equatorianos e um boliviano, os Prêmios Internacionais de Jornalismo Rei da Espanha.

Receberam a distinção ainda o boliviano Fernando Molina, os mexicanos Dalia Martínez e Humberto Padgett, os argentinos Alberto Recanatini e Pablo Loscri, e os equatorianos Héctor Higuera e Antonio Narváez.

O escritor e colunista espanhol Ricardo Cantalapiedra completa a lista – como vencedor do Don Quixote de Jornalismo – nesta 29ª edição dos prêmios anualmente organizados pela Agência Efe e a Secretaria de Estado de Cooperação Internacional e para região ibero-americana do Ministério das Relações Exteriores.

Nesta edição, e pela segunda vez, a premiação conta com o patrocínio da OHL, grupo internacional de concessões e do setor de construção.

O prêmio Ibero-americano foi entregue ao jornalista e escritor boliviano Fernando Molina por seu artigo ‘Pensar Hispanoamérica: el inicio’.

O trabalho investigativo ‘Made in Bajo Flores’ sobre as atividades em ateliês clandestinos nos bairros pobres de Buenos Aires obteve o Prêmio Rei da Espanha na categoria de Rádio, concedido a Alberto Emilio Recanatini, que dirigiu a equipe.

Já o fotógrafo brasileiro Wilton de Sousa Júnior, do jornal ‘O Estado de S.Paulo’, venceu na categoria Fotografia, com a imagem da presidente Dilma Rousseff sendo transpassada pela espada empunhada por um militar em uma cerimônia na Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende, no interior do estado do Rio de Janeiro.

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Um programa exibido ao vivo pela televisão equatoriana ‘Ecuavisa’, em ’30 de septiembre: entre la vida y la muerte’, sobre a retenção do presidente Rafael Correa durante um motim policial no ano de 2010, valeu aos autores, Héctor Hernán Higuera e Antonio Eduardo Narváez, o prêmio na categoria Televisão.

No Impresso, os mexicanos Dalia Martínez e Humberto Padgett receberam a distinção pela reportagem sobre ‘la república marihuanera’ na região de Tierra Caliente, onde os habitantes vivem do cultivo da droga que enviam aos Estados Unidos.

Na categoria de Jornalismo Digital, o jornalista Pablo Loscri levou o prêmio por um especial multimídia publicado no site do jornal argentino ‘clarin.com’, que reconstrói virtualmente o julgamento contra as três primeiras juntas da ditadura argentina.

Cantalapiedra, escritor e colunista do jornal ‘El País’, ganhou o Don Quixote de Jornalismo por seu artigo ‘Los seres queridos’, que chega a oitava edição pela Agência Efe com o apoio da empresa pública Tragsa, comprometida com a cooperação internacional espanhola.

O rei Juan Carlos esteve acompanhado no ato de entrega da rainha Sofía. Na cerimônia, realizada na Casa da América de Madri, o rei Juan Carlos destacou a consolidação dos mesmos como prova da importância do jornalismo feito hoje em dia, uma profissão que ‘soube se adaptar aos contínuos avanços tecnológicos e das comunicações sem perder seu objetivo principal: ‘informar com liberdade e rigor’.

O monarca espanhol referiu-se ainda ao bicentenário da Constituição espanhola de 1812 – conhecida como ‘La Pepa’ – que ‘com uma clara projeção ibero-americana, proclamou ao mais alto nível a liberdade de imprensa em um amplo espaço intercontinental’.

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Participou ainda da solenidade a vice-presidente do Governo e ministra da Presidência, Soraya Sáenz de Santamaría; além do secretário de Estado de Cooperação Internacional e para região ibero-americana, Jesús Gracia, e o secretário-geral ibero-americano, Enrique Iglesias, e o presidente da Agência Efe, José Antonio Vera.

O presidente da Agência Efe, José Antonio Vera, destacou os prêmios internacionais por reconhecerem o bom fazer profissional dos jornalistas ibero-americanos.

Em seu primeiro discurso a frente da Efe, ressaltou o importante papel da agência para fortalecer a ‘marca país’ e o fato de ser a primeira do mundo em língua espanhola e a quarta internacional.

‘Infelizmente, não são bons os tempos para nada nem ninguém, muito menos para uma agência pública que, além de sua ancoragem fundamental no Estado, vive basicamente dos meios de comunicação’, explicou Vera, quem defendeu, no entanto, por ‘trabalhar a consciência para que a Efe tenha um ‘projeto estratégico claro’.

Personalidades do campo político, cultural, dos negócios, da comunicação e representantes do corpo diplomático em Madri assistiram ao ato, que concluiu com uma apresentação musical. EFE

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