Clique e Assine por apenas R$ 0,50/dia

Festival de Veneza 2016 vai ter cheiro de Hollywood

Estarão lá nomes fortes do cinema americano como Jake Gyllenhaal, Amy Adams, Wim Wenders e Natalie Portman

Por Da redação Atualizado em 28 jul 2016, 17h18 - Publicado em 28 jul 2016, 16h48

Mais antigo festival de cinema do mundo, o Festival de Veneza vai contar com um elenco estelar na sua 73ª edição, que acontece de 31 de agosto a 10 de setembro. Estarão lá nomes fortes de Hollywood como Jake Gyllenhaal, Amy Adams, Wim Wenders e Natalie Portman. O diretor britânico Sam Mendes, conhecido por filmes de James Bond como Skyfall e Spectre, encabeçará o júri.

LEIA TAMBÉM:
Filme com Ryan Gosling e Emma Stone abre Festival de Veneza
Festival de Veneza 2015: ‘Spotlight’ aborda escândalo de pedofilia na Igreja Católica

O evento será aberto com La La Land, comédia romântica e musical de Damien Chazelle com Ryan Gosling e Emma Stone em uma história sobre um pianista de jazz que se apaixona por uma aspirante a atriz em Los Angeles.

A disputa pelo Leão de Ouro envolve vinte filmes, incluindo The Bad Batch, de Ana Lily Amirpour, uma comédia de humor negro sobre canibais em uma zona devastada no Texas, e o suspense Nocturnal Animals, de Tom Ford, com Jake Gyllenhaal e Amy Adams no elenco. O diretor sérvio Emir Kusturica também disputará o prêmio principal com Na Mlijecnom Putu (tradução ‘Na Estrada Láctea’), saga sobre guerra e amor estrelada por ele mesmo e por Monica Bellucci.

A lista de concorrentes inclui ainda Les Beaux Jours d’Aranjuez, do diretor alemão Wim Wenders; Arrival, do cineasta canadense Denis Villeneuve; Brimstone, do holandês Martin Koolhoven, e Rai (Paraíso, em português), do russo Andrei Konchalovsky. O filme Jackie, de Pablo Larrain, que traz Natalie Portman como a primeira-dama Jacqueline Kennedy após o assassinato de seu marido, foi acrescentado à competição de última hora.

Segundo o diretor artístico do festival, Alberto Barbera, os filmes deste ano falam de temas universais, mas adotam uma abordagem mais sutil e menos gráfica para descrever a vida cotidiana, a violência e a pobreza, em comparação com outras edições. “Os grandes temas, questões filosóficas e existenciais… desta vez são abordadas com cineastas se distanciando da brutalidade da realidade”, disse ele em coletiva de imprensa ao anunciar os filmes concorrentes. “Então, não há mais cenas da vida cotidiana ou de cenas das guerras de hoje, mas os grandes temas ainda estão lá. Não é um escape do mundo contemporâneo, e sim um reflexo do mundo de hoje de uma maneira diferente.”

(Com agência Reuters) 

Continua após a publicidade
Publicidade