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Ex-baterista do AC/DC é detido após ser condenado a prisão domiciliar

Phil Rudd, 61 anos, foi julgado por ameaças de morte e por posse de drogas, na Nova Zelândia

Por Da Redação 19 jul 2015, 13h03

A polícia da Nova Zelândia prendeu o ex-baterista do AC/DC, Phil Rudd, por motivos não detalhados, uma semana após o músico ser condenado a oito meses de prisão domiciliar, conforme informou a imprensa local neste domingo. Rudd, de 61 anos, passará a noite do domingo nas instalações policiais, depois que as autoridades neozelandesas inspecionaram sua residência na cidade de Tauranga na noite de sábado para proceder à prisão. O advogado do músico, Craig Tuck, confirmou a detenção do cliente, mas se recusou a explicar as razões.

Segundo as informações do jornal New Zealand Herald, Rudd, que será julgado amanhã, tinha a companhia de várias prostitutas no momento da detenção. No último dia 9, o músico foi condenado a oito meses de prisão domiciliar ao ser considerado culpado em três acusações, entre elas proferir ameaças de morte.

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O casso ocorreu em agosto do ano passado, quando o primeiro disco solo de Rudd, Head Job, não vendeu bem. O fracasso do álbum teria deixado o baterista enfurecido e o levado a demitir vários funcionários, incluindo a vítima das ameaças. Antes de ameaçá-lo, o músico teria conversado com um sócio sobre o que deveria fazer com o empregado e sua filha. No dia seguinte, telefonou para a vítima, perguntando se iria ao trabalho. Após a resposta positiva, Rudd disse que o mataria.

Após a denúncia, a polícia inspecionou a residência do músico, onde encontrou 0,71 grama de metanfetamina e 130 gramas de maconha. Em abril, o ex-baterista admitiu a posse de droga e a ameaça, apesar de ter pago uma pomposa indenização com valores não revelados, mas o tribunal de justiça negou o pedido de absolvição.

Rudd, único integrante do AC/DC nascido na Austrália, se mudou para a Nova Zelândia em 1983 após deixar a banda de rock à qual voltou a integrar em 1994.

(Da redação com agência EFE)

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