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Entenda o significado do nome do bebê de Meghan e príncipe Harry

O casal real optou por resgatar sobrenome do bisavô da criança

Por Redação - 9 Maio 2019, 11h36

Na última quarta-feira 8, o casal formado pelo príncipe Harry, duque de Sussex, e Meghan, duquesa de Sussex, revelou ao mundo as primeiras imagens e o nome de seu primogênito: Archie Harrison Mountbatten-Windsor.

A escolha, longe de corresponder aos nomes mais cotados nas apostas, surpreendeu o público que acompanhava a chegada do novo integrante da realeza britânica. Arthur e Alexander, por exemplo, figuravam entre as opções mais populares.

O nome Archie, porém, não é tão incomum no Reino Unido. Na verdade, ele foi o 18º mais popular no país em 2017, enquanto Harrison ficou em 34º, segundo o jornal inglês The Guardian. Ele nasceu como um apelido para Archibald, nome de origem alemã que significa “genuíno” e “corajoso”, mas acabou ganhando popularidade como nome próprio. Harrison, por sua vez, significa “filho de Harry”.

Curiosamente, em janeiro, a revista britânica Hello publicou um relato em que dizia que o príncipe George, filho de William e Kate, se apresentara a um passeador de cães como Archie, o que só reforça a popularidade do nome entre os membros da realeza.

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The Duke and Duchess of Sussex are pleased to announce they have named their first born child: Archie Harrison Mountbatten-Windsor This afternoon Their Royal Highnesses introduced Her Majesty The Queen to her eighth great-grandchild at Windsor Castle. The Duke of Edinburgh and The Duchess’ mother were also present for this special occasion. Photo credit: Chris Allerton ©️SussexRoyal

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Também chamou a atenção o uso do sobrenome Mountbatten-Windsor, em vez do título de Conde de Dumbarton, que Archie poderia ter assumido, ou do sobrenome Sussex – casa a que pertencem seus pais e que poderia ser assinada em documentos oficiais. Mountbatten é herança do príncipe Philip, que adotou o sobrenome dos avós maternos ao se naturalizar inglês – numa versão anglicizada de Battenberg, criada durante a Primeira Guerra Mundial para proteger seus portadores do sentimento anti-germânico que florescia no Reino Unido. Windsor, por sua vez, é o sobrenome da família da rainha e também surgiu para disfarçar o nome de uma dinastia germânica, a de Saxe-Coburg-Gotha.

Em 1960, a rainha Elizabeth II determinou que seus descendentes masculinos que não levassem títulos de príncipes ou princesas deveriam usar o sobrenome Mountbatten-Windsor. Na prática, porém, os membros da família real dificilmente usam sobrenomes e são conhecidos apenas pelo primeiro nome, ou pelos títulos das casas que representam (como duque de Sussex, no caso de Harry, e duque de Cambridge, no caso de William).

O sobrenome já foi usado em outras ocasiões burocráticas como, por exemplo, as certidões de casamento da princesa Anne (com Mark Phillips e Timothy Laurence) e do príncipe Andrew (com Sarah, Duquesa de York), ambos filhos da rainha. Archie, entretanto, é o primeiro a ser apresentado dessa forma publicamente.

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