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Em NY, estilista muçulmana põe modelos imigrantes na passarela

Nas peças, o empoderamento feminino estava em alta, já que as modelos mostraram que roupas consideradas conservadoras também podem ser fashion

Por Estadão Conteúdo 17 fev 2017, 10h29

Nem a moda escapa ao clima político atual. Depois de muitos estilistas se recusarem a vestir a nova primeira-dama americana, Melania Trump, a xenofobia do marido, Donald, foi alvo de crítica na Semana de Moda de Nova York. Na última terça-feira, a estilista indonésia Anniesa Hasibuan colocou na passarela apenas modelos que nasceram em outro país ou filhas e netas de imigrantes. A apresentação aconteceu menos de um mês após Donald Trump fechar temporariamente as portas dos Estados Unidos a refugiados de sete países muçulmanos.

  • Nas peças, o empoderamento feminino estava em alta, já que as modelos mostraram que roupas consideradas conservadoras também podem ser fashion. Mangas longas apareceram cobertas de cristais Swarovski e tons perolados adornaram todas as produções. Assim como na estreia de Anniesa na temporada de moda americana, em setembro de 2016, todas as mulheres desfilaram com hijabs.

     

    Desfile da estilista Anniesa Hasibuan
    A estilista Anniesa Hasibuan durante a Semana de Moda de Nova York Angela Weiss/AFP
    Desfile da estilista Anniesa Hasibuan
    Modelo apresenta criação da estilista Anniesa Hasibuan durante a Semana de Moda de New York Angela Weiss/AFP
    Desfile da estilista Anniesa Hasibuan
    Modelo apresenta criação da estilista Anniesa Hasibuan durante a Semana de Moda de New York Angela Weiss/AFP
    Desfile da estilista Anniesa Hasibuan
    Modelo apresenta criação da estilista Anniesa Hasibuan durante a Semana de Moda de New York Angela Weiss/AFP

     

    (Com Estadão Conteúdo)

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