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Ed Hardy tem a tatuagem no DNA

Por Juliana Valentim 11 jan 2011, 19h04

Única marca internacional presente no line-up do Rio-à-Porter, a Ed Hardy está no Brasil há pouco mais de um ano, com duas lojas próprias, uma em São Paulo e outra no Rio. Criada pelo designer Christian Audigier, ex-head designer da marca Von Dutch, com inspiração nos desenhos do tatuador californiano Don Ed Hardy, a grife faz a cabeça de muitas celebridades do mundo pop, como Madonna, Paris Hilton, Britney Spears e David Beckham.

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De acordo com Jihad Al Kazzaz, representante da marca no Brasil, a participação no Rio-à-Porter faz parte de uma estratégia para consolidar a marca em todo o país. “Temos um show-room em São Paulo e já estamos presentes em lojas de todos os Estados, mas o objetivo, agora que estamos em uma feira de moda pela primeira vez, é vender para as melhores multimarcas do país”, afirma o empresário.

Kazzaz inicialmente comprou a licença da Ed Hardy para usar em produtos de papelaria e material escolar, mas acabou resolvendo investir também em moda. “Moda e papelaria são mundos conectados. Todas as tendências no ramo de papelaria vêm do mundo fashion”. Para realizar o desfile, Kazzaz contratou o stylist paulista David Pollock, criador da grife D’Arouche, que trouxe a estética dos anos 1970 para a sala de desfiles do evento, com direito a plumas e trilha sonora marcada por The Doors e Janis Joplin. A tattoo art assinada pelo designer americano Don Ed Hardy é a base das criações, daí o perfume retrô e as calças skinny sobrepostas a microshorts, os casacos de couro estilo motorcycle e uma boa dose de peças de moletom com prints de tatuagem.

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