De quentinhas a obras: a vida dura de celebridades antes da fama
Nomes conhecidos do público enfrentaram trabalhos pesados e dificuldades financeiras em busca de uma vida melhor
Muito antes de aparecerem em novelas, comandarem programas de TV ou lotarem shows, alguns famosos precisaram enfrentar uma rotina bem diferente da que o público conhece hoje. O caso de Ivete Sangalo é um exemplo. Aos 17 anos, em uma época de dificuldades financeiras da família, a cantora chegou a entregar cerca de 150 quentinhas por dia de ônibus, carregando um isopor nas costas. O dinheiro ajudava a colocar comida em casa. “A quentinha já gerava nosso almoço. E aí depois foi gerando a janta”, lembrou. A história de Ivete se junta à de outras celebridades que, antes do reconhecimento, passaram por empregos comuns, fizeram bicos e encararam trabalhos pesados para conseguir se sustentar. Confira:
Marcelo D2. Antes de se tornar um dos principais nomes do rap brasileiro, acumulou uma série de trabalhos. Foi porteiro, office-boy, camelô, entregador de jornal, vendedor de móveis e faxineiro.
Léo Santana. O cantor baiano já trabalhou vendendo frango assado na praia e preparando coquetéis em bares. Também foi auxiliar de cabeleireiro e chegou a montar uma barbearia antes de alcançar a fama com o Parangolé.
Silvio Santos. Muito antes de construir um império na televisão, começou a trabalhar ainda adolescente como camelô no Rio de Janeiro. Vendia produtos nas ruas e desenvolveu ali a habilidade de comunicação que mais tarde marcaria sua carreira.
Grazi Massafera. Antes do sucesso na televisão, a atriz trabalhou como manicure em um salão de beleza em Jacarezinho (PR). A fama veio depois de sua participação no Big Brother Brasil, seguida pela carreira na teledramaturgia.
Anderson Silva. Antes de se tornar um dos maiores nomes do MMA, trabalhou como atendente de uma rede de fast-food. A experiência fazia parte de uma vida profissional comum antes de sua ascensão no esporte.
Cartola. Um dos maiores nomes da história do samba também passou longe de uma trajetória confortável. Antes de se tornar reconhecido pela música, trabalhou como servente de obras. O famoso chapéu-coco que usava para se proteger do cimento acabou dando origem ao apelido pelo qual ficou conhecido.
Zeca Pagodinho. Antes da carreira consagrada no samba, trabalhou como garçom em uma empresa. Em entrevista a Jô Soares, contou, de forma bem-humorada, que chegou a derrubar café quente nas mãos dos chefes.
Fábio Júnior. Embora tenha começado cedo no meio artístico, o cantor e ator também ajudou o pai trabalhando em uma banca de jornais e chegou a fazer entregas de jornais e revistas.
Naldo Benny. O cantor também precisou trabalhar desde cedo. Entre os empregos que teve antes da fama está o de engraxate, atividade bem distante da carreira que construiria posteriormente na música.
Valesca Popozuda. A cantora já contou ter trabalhado como garçonete, em borracharia e como frentista de posto de gasolina.
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