Veja Digital - Plano para Democracia: R$ 1,00/mês

Criadores de ‘Stranger Things’ vão a julgamento após acusação de plágio

Dupla foi acusada de ter copiado o enredo do curta-metragem 'Montauk' para produzir a série da Netflix

Por Redação 18 abr 2019, 18h50

Os criadores da série Stranger Things, os irmãos Matt e Ross Duffer, vão a julgamento após uma decisão do Tribunal Superior de Los Angeles, Califórnia. A dupla foi acusada de ter plagiado o curta-metragem Montauk (2011), de Charlie Kessler, que retrata um caso de desaparecimento em uma pequena cidade com uma base militar misteriosa – tal como Hawkins, cenário da série da Netflix.

Segundo a acusação, a trama foi plagiada após uma conversa entre Kessler e os irmãos Duffer no Festival de Cinema de Tribeca em 2014, na qual o roteirista apresentou sua ideia de ampliar o universo do curta para uma série de televisão – configurando também um processo por quebra de contrato implícito. Os irmãos negam a acusação, afirmando que o interesse por lendas urbanas e teorias de conspiração é antigo e que o projeto nasceu em 2010 – quatro anos antes do encontro.

“Aquela conversa casual – durante a qual os Duffers supostamente disseram que todos deveriam trabalhar juntos e perguntaram no que [Charlie Kessler] estava trabalhando – é a única base para o suposto contrato implícito em questão neste processo e para a teoria sem mérito de Kessler”, rebateram os advogados da defesa. A Netflix também mostrou apoio aos criadores. “Os irmãos Duffer têm nosso total apoio. Esse caso não tem mérito, o que esperamos que seja confirmado com uma averiguação dos fatos no tribunal”, disse a porta-voz da empresa.

Para o juiz Michael Stern, responsável por dar prosseguimento ao caso, o problema maior é que a disputa sobre a originalidade do enredo carece de evidências. “Sem essas evidências admissíveis, ficamos com o problema de determinar a credibilidade, que deve ser decidida pelo juri”, escreveu na decisão.

De acordo com a revista The Hollywood Reporter, o cineasta pede como indenização um valor superior a 300.000 dólares – um terço do valor recebido pelos criadores após a compra dos direitos de produção pela Netflix. A primeira audiência do caso está marcada para o dia 6 de maio.

Continua após a publicidade


Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique. Assine VEJA.

Plano para Democracia

- R$ 1 por mês.

- Acesso ao conteúdo digital completo até o fim das eleições.

- Conteúdos exclusivos de VEJA no site, com notícias 24h e acesso à edição digital da revista no app.

- Válido até 31/10/2022, sem renovação.

3 meses por R$ 3,00
( Pagamento Único )

Digital Completo



Acesso digital ilimitado aos conteúdos dos sites e apps da Veja e de todas publicações Abril: Veja, Veja SP, Veja Rio, Veja Saúde, Claudia, Placar, Superinteressante,
Quatro Rodas, Você SA e Você RH.

a partir de R$ 9,90/mês

ou

30% de desconto

1 ano por R$ 82,80
(cada mês sai por R$ 6,90)