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Corpo do ator Paulo Silvino tem velório aberto no Rio

O velório estará aberto ao público entre 9h as 12h. A cremação será feita às 14h

Por Da redação - Atualizado em 18 ago 2017, 16h32 - Publicado em 18 ago 2017, 09h18

O corpo do ator Paulo Silvino, 78, está sendo velado nesta sexta-feira, desde as 8h, na capela 8 do Memorial do Carmo, no Rio de Janeiro. O velório estará aberto ao público entre 9h as 12h. A cremação será feita às 14h.

Conhecido por bordões que se tornaram clássicos do humor televisivo brasileiro, como “Cara, crachá” (do porteiro Severino, do Zorra Total) e “Guenta, doutor, ele guenta!” (do policial Fonseca), o ator fez história com dezenas de outros personagens marcantes, e foi também músico, intérprete, dramaturgo, roteirista.

Ao receber a notícia da morte de Silvino, ao vivo no Encontro com Fátima Bernardes, nesta quinta-feira, Betty Faria se emocionou. “Fica a saudade, o fato de não encontrar mais no Projac, não ver mais o trabalho… um beijo, Paulo Silvino”, disse a atriz, às lágrimas.

Paulo Ricardo Campos Silvino, nasceu em 27 de julho de 1939, no Rio de Janeiro, filho de Silvino Netto e Naja Silvino. De acordo com seu site oficial, aos 20 anos de idade ele participou, ao lado de nomes como Altamiro Carrilho, Durval Ferreira e Eumir Deodato, do disco Nova Geração em Ritmo de Samba, compondo e interpretando, sob o nome de Silvino Junior.

Nas décadas de 1960 e 1970, seguiu na sua produção musical e teatral, escrevendo e atuando em peças e filmes. Passou pelas extintas TV Tupi, Continental, Rio e Excelsior. Estreou na Globo em 1967 em TV Ó – Canal Zero.

Participou ao longo dos anos de vários programas de humor da Globo: Faça Humor Não Faça Guerra, Satiricon, O Planeta dos Homens, Balança Mas Não Cai, Viva o Gordo, Brasil Pandeiro, Cassino do Chacrinha, Escolinha do Professor Raimundo, e, mais recentemente, do Zorra.

No SBT de 1989 a 1992, atuou em A Praça É Nossa e na Escolinha do Golias. No cinema, participou, entre outros, de Minha Sogra É da Policia (1958), O Rei da Pilantragem (1968) e Um Edifício Chamado 200 (1973).

(Com Estadão Conteúdo)

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