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Conrad Murray é condenado pela morte de Michael Jackson

Júri entendeu que o médico cometeu homicídio culposo ao administrar uma alta dose do medicamento Propofol no organismo de Michael Jackson, o que causou sua morte

Por Da Redação 7 nov 2011, 18h19

O médico Conrad Murray foi condenado pela morte de Michael Jackson. O júri entendeu que Murray cometeu homicídio culposo, quando não há intenção de matar, ao administrar uma alta dose do anestésico propofol, indicado para uso restrito em hospitais. Murray pode recorrer. A sentença será julgada no dia 29 de novembro. Murray irá aguardar a data na prisão e não terá direito a pagamento de fiança.

Murray, de 58 anos, foi algemado e levado sob custódia para aguardar a sentença, que sairá no dia 29 de novembro. O médico pode ser condenado a até quatro anos de prisão, além da perda da licença profissional. Mas, como não tem antecedentes criminais, deve ficar pouco tempo na cadeia.

A decisão foi proferida após mais de nove horas de reunião, iniciada na última sexta, entre membros do júri.

Os pais de Michael Jackson, Katherine e Joe Jackson, acompanhados pela irmã do astro La Toya Jackson, foram ao tribunal para ouvir o veredicto do processo.

O rei do pop morreu há dois anos vítima de uma parada cardiorespiratória. O cantor já estava sem sinais vitais quando deu entrada no hospital Ucla, em Los Angeles, após se socorrido por paramédicos.

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