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Como ver o impressionismo além do clichê de Monet

Por Da Redação 19 ago 2012, 10h11

Onde quer que ocorram, as mostras de pintores impressionistas batem recordes de público. Com 45.000 visitantes em duas semanas, a exposição Impressionismo: Paris e a Modernidade não é exceção. Em cartaz em São Paulo, de onde segue para o Rio em outubro, ela reúne 85 obras do Museu D’Orsay, de Paris, o principal endereço do impressionismo na atualidade, e provoca filas de espera de até quatro horas.

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Esse enorme afluxo acontece porque o impressionismo é um ponto de entrada seguro para o mundo das artes. Ele não demanda um conhecimento de mitos e ícones religiosos, como a arte clássica, nem provoca o espectador como as obras modernas e contemporâneas. Com sua sólida beleza plástica, as telas de Claude Monet, Edgard Degas e companhia se tornaram de consumo rápido.

Isso não deixa de ser uma injustiça com artistas que, em sua época, declararam guerra aos clichês. Em homenagem ao espírito desses grandes pintores, que preferiam fugir ao consenso, o site de VEJA apresenta um antiguia da exposição, com as razões que críticos e artistas apresentaram, ao longo do tempo, para não gostar dos impressionistas.

Visite a mostra e pondere. Sim, é permitido discordar…

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