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‘Capitão América’, com Chris Evans, estreia amanhã

Por Da Redação 28 jul 2011, 10h30

Por AE

São Paulo – Criado por Joe Simon e Jack Kirby, o Capitão América surgiu em 1941, como parte do esforço de guerra nos Estados Unidos. O país se preparava para entrar na 2.ª Guerra – formalizado a partir do ataque japonês a Pearl Harbor, em dezembro -, mas as HQs e o próprio cinema já estavam no front, combatendo os nazistas que avançavam na Europa (e os japoneses que se consolidavam na Ásia). O Capitão América é o alter ego de Steve Rogers. Em 1944, interpretado por Dick Purcell, ele já protagonizava um seriado muito popular na época.

Setenta anos depois, o Capitão América ganha sobrevida na tela e, na interpretação de Chris Evans – de “Quarteto Fantástico” -, toma de assalto amanhã cerca de 400 salas de todo o Brasil, na expectativa de repetir a performance nos cinemas norte-americanos, onde bateu o episódio final da saga de Harry Potter. O curioso é que, com o novo “Capitão América – O Primeiro Vingador”, o antigo também volta à cena, em DVD, lançado pela Classicline.

Para tornar a aventura mais grandiosa, o “Capitão América” de 2011 foi produzido em 3-D, mas o mais impressionante da tecnologia é o que ela permite ao diretor Joe Johnston fazer – Steve Rogers, no começo, é um cara tão insignificante que, apesar das numerosas tentativas, é sempre recusado na tentativa de se alistar para combater nazistas. Chris Evans aparece franzino nessas primeiras cenas, até ser recrutado pelo cientista Stanley Tucci para ser cobaia de um experimento.

Você vai manifestar o mesmo espanto da mocinha Hayley Atwell quando Chris Evans sai transformado de dentro daquela máquina – com tantos músculos que a tecnologia deve ter sido chamada para realçar a força física do ator. O bacana é a homenagem que Joe Johnston presta ao Quentin Tarantino de “Bastardos Inglórios”. As cenas em que o herói interpretado por Chris Evans forma seu bando para combater nazistas possuem divertidas ressonâncias com as do cult de Tarantino. O grupo reúne-se num pub e, quando o herói vai afogar a mágoa da morte do amigo – pela qual se sente responsável -, a taberna está em ruínas e ele, por mais que se empenhe em beber, não consegue ficar bêbado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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