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Brasileiros levam prêmios em segmento LGBTQ no Festival de Berlim

‘Tinta Bruta’ e ‘Bixa Travesty’ ganharam o Teddy Award na noite desta sexta-feira

Por Mariane Morisawa, de Berlim 23 fev 2018, 21h20

Tinta Bruta, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, levou o Teddy Award de melhor filme no 68º Festival de Berlim na noite desta sexta-feira. O Teddy é dedicado às produções de temática LGBTQ. Neste ano, concorriam 34 longas-metragens.

Diretores de Beira Mar, também exibido em Berlim em 2015, Reolon e Matzembacher contam a história de Pedro (Shico Menegat), um rapaz solitário que cobre seu corpo de tinta neon em performances transmitidas pela internet. Ele conhece um imitador, Leo (Bruno Fernandes), que acaba mudando sua vida.

Bixa Travesty, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman, sobre a cantora Linn da Quebrada, foi escolhido o melhor documentário.

  • Obscuro Barroco, dirigido pela grega Evangelia Kranioti e filmado no Rio de Janeiro, tendo como personagem principal a trans Luana Muniz (1961-2017), levou o prêmio especial do júri.

    Os leitores da revista Mannschaft escolheram Las Herederas, do paraguaio Marcelo Martinessi, como o melhor filme. O longa é uma coprodução entre Paraguai, Uruguai, Alemanha, Brasil, Noruega e França.

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