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Belo é acusado de estelionato e formação de quadrilha

Cantor e sete pessoas de sua equipe são suspeitos de golpe em empresa aérea

Por Da Redação 21 ago 2013, 14h56

A Polícia Civil do Piauí abriu inquérito para investigar o cantor Belo, acusado de estelionato e formação de quadrilha, e mais sete pessoas de sua produção. Eles são suspeitos de aplicar um golpe na empresa Táxi Aéreo Poty, que havia sido contratada para levá-los de Teresina para Recife (PE) em quatro aeronaves de pequeno porte.

O problema é que os três cheques usados para pagar o serviço no valor total de 87.000 reais teriam sido sustados antes da compensação. Segundo o delegado Ademar da Silva Canabrava, do 12º Distrito Policial de Teresina, o caso foi comunicado à Polícia Civil do Rio de Janeiro para que ela possa auxiliar nas investigações.

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A assessoria de imprensa do cantor confirma a contratação da empresa aérea, mas nega o envolvimento direto dele “em qualquer negociação”. Afirma, ainda, que Belo não repassou nenhum cheque em seu nome. Belo já ficou preso de 2004 a 2010, condenado por associação ao tráfico de drogas.

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Confira a nota na íntegra:

“O cantor Marcelo Pires Vieira, nome artístico ‘Belo’, através de sua assessoria, vem a público, em razão das notícias publicadas sobre possível ‘golpe’ aplicado pelo cantor na empresa de taxi aéreo Poty da Cidade de Teresina, esclarece que: o artista jamais esteve envolvido diretamente em qualquer negociação envolvendo a contratação de empresa aérea para deslocamento, não tendo, inclusive, repassado nenhum cheque em seu nome.

Outrossim, informa que, quem cuida de todos os preparativos do seu espetáculo, podendo exemplificar, desde o transporte, hospedagens, alimentação etc., é sua produção.

Realmente o cantor Belo deslocou-se em aeronaves da empresa de taxi aéreo Poty. É do conhecimento do artista que o pagamento do deslocamento está sendo realizado, sob a égide de uma confissão de dívida.

O cantor também lamenta as declarações e divulgações em razão da inexistência dos fatos, admitindo-se, única e exclusivamente, se existiu, um desacordo comercial”.

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