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Astrid Fontenelle revela que já sofreu violência sexual três vezes

Por Da Redação 21 jun 2016, 16h48

A apresentadora Astrid Fontanelle, do programa Saia Justa, do canal GNT, revelou à revista Marie Claire que sofreu pelo menos três casos de violência sexual ao longo da vida.

“Todos os dias pegava o mesmo ônibus saindo da escola. Um dia, enquanto estava sentada, um homem colocou o pênis para fora da roupa e eu saí correndo de dentro do ônibus, desci até outro ponto. Um horror e eu nunca contei para a minha mãe”, revelou a apresentadora.

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Astrid contou que, enquanto estudava na Barra da Tijuca, sua turma do colégio de freiras sempre se reunia em uma casa de sucos próxima ao seu colégio. “Tinha um cara que morava perto deste local e ele se destacava, era todo bonitão, aí um dia ele me chamou pra ir à casa dele e eu fui porque ele era atraente e eu queria namorá-lo, mas não queria transar com ele. Ele era mais forte e começou a me pegar por trás, a me forçar, comecei a gritar e conseguir me libertar dele e fugi.”

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O terceiro caso de violência sexual que Astrid sofreu foi dentro de sua própria casa e ocorreu com um namorado da mãe, quando ela tinha apenas 15 anos. “Era um cara adorável, gente boa. De repente, um dia eu acordo com ele me bulinando, fiquei paralisada como se eu tivesse tomado um choque, me mexi e ele saiu do quarto.”

Astrid contou que passou a viver em pânico com a presença dele, já que sua mãe trabalhava em São Paulo durante a semana e só voltava para o Rio de Janeiro nos finais de semana. “Você acha realmente que o seu corpo é o pecado, que você é o pecado. Me sentia culpada por ser adolescente, ter peitinho e ser desejada por quem não deveria. No fim, minha mãe acabou morrendo sem saber da verdade.”

Astrid se mudou para São Paulo e recomeçou sua vida e garante que não teve problemas com relacionamentos por conta dos casos de violência sexual. “Só me fez ver exatamente que os homens são muito diferentes. Não são românticos e respeitosos como imaginava.”

Hoje, ela está casada e possui um filho, Gabriel, de 7 anos. “Ele já é muito bem educado para cuidar das meninas.”

(Com Estadão Conteúdo)

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