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ArtRio aposta em ‘tradição de 5 anos’ para enfrentar crise

Feira de arte começa nesta quarta-feira, no Rio, e vai até o domingo, 13 de setembro

Por Henrique Castro - 9 set 2015, 09h50

Uma das feiras de arte mais importantes do país, a Art-Rio abre a sua quinta edição, nesta quarta-feira, apostando em sua “tradição” para enfrentar a crise econômica que amortece o país. O evento vai reunir coleções de diversas galerias, nacionais e estrangeiras, para atrair de galeristas e colecionadores até meros apreciadores interessados em ver e adquirir arte. O evento vai até o dia 13, domingo.

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Estruturada como uma feira, isto é, um evento que, para além de exibir obras, tem como missão principal vendê-las, a organização da ArtRio aposta na imagem deixada pelas edições anteriores e na fidelidade do público para não ter uma grande queda neste ano. Segundo uma das sócias da feira, Brenda Valansi, o evento está preparado para o ano de crise. “A ArtRio caiu no gosto dos cariocas”, diz.

Brenda ainda explica que não deverá haver crescimento de público, já que a feira tem um número máximo permitido de pessoas. “O evento limita o acesso ao público, para que a feira não fique desconfortável”, diz Brenda, que não forneceu estimativas de vendas para este ano. No ano passado, 47 000 pessoas passaram pelo local.

O belo Píer Mauá, palco da feira, também é uma aposta para seduzir visitantes.

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