Após Três Graças, Barbara Reis arma plano para roubar fortuna em nova novelinha do Globoplay
Atriz interpreta vilã em produção que conta com Ricardo Pereira e Fernanda Rodrigues
A ambição por uma vida de luxo coloca Barbara Reis no centro de uma trama de manipulação em Eu Não Era Louca, Era Casada, nova novelinha Original Globoplay que estreia em 6 de outubro na plataforma de streaming da Globo. Na produção dos Estúdios Globo, a atriz interpreta Lúcia, uma mulher que mantém um relacionamento extraconjugal com Vítor (Ricardo Pereira) e participa de um plano para se apoderar da fortuna da família Medeiros. A principal vítima da estratégia é Beatriz (Fernanda Rodrigues), uma galerista e herdeira que passa a ser alvo de uma elaborada campanha de desestabilização.
Lúcia não atua apenas nos bastidores. Para se aproximar da família, ela assume a identidade de uma enfermeira e passa a frequentar a residência do casal. A posição permite que ela acompanhe de perto a rotina de Beatriz e ajude Vítor a manipular as situações ao redor da protagonista. Aos poucos, o objetivo é fazer com que ela questione a própria percepção da realidade e se afaste das pessoas que poderiam ajudá-la.
A personagem, segundo Barbara Reis, combina pragmatismo e impulsividade. Lúcia enxerga em Vítor uma oportunidade de deixar para trás uma realidade financeira mais modesta e não demonstra disposição para esperar que a mudança aconteça naturalmente. A atriz destaca justamente essa postura ativa como uma das características que mais movimentam a personagem dentro da história.
“A Lúcia é uma mulher muito ambiciosa, prática e que sabe exatamente o que quer. Ela vem de uma realidade mais simples e vê no Vítor uma chance de mudar de vida. Ao mesmo tempo, é muito objetiva, mas também tem um lado impulsivo e passional. Não é uma pessoa que fica esperando as coisas acontecerem: ela provoca, articula, toma decisões e vai atrás do que quer. Acho que isso torna a personagem muito gostosa de interpretar, porque ela está sempre movimentando a história”, diz Barbara.
A infiltração de Lúcia transforma a casa de Beatriz em um dos principais espaços de tensão da trama. Enquanto mantém a aparência de profissional encarregada de cuidar da rotina doméstica, ela participa de uma operação articulada com Vítor para enfraquecer emocionalmente a herdeira. A estratégia coloca a personagem de Barbara Reis em uma posição decisiva no suspense psicológico.
Criada e escrita por Ecila Pedroso, Eu Não Era Louca, Era Casada tem direção artística de Adriano Melo, produção de Juliana Castro e Renata Rossi e produção executiva de Lucas Zardo. José Luiz Villamarim assina a direção de gênero. Os sete primeiros capítulos serão disponibilizados gratuitamente para não assinantes do Globoplay, ampliando o acesso inicial à produção.





