Antonio Fagundes explica por que não usa Lei Rouanet em seus projetos
Aos 77 anos, ator é o convidado do programa semanal da coluna GENTE
Enquanto o público tenta descobrir quem matou o milionário Arthur Brandão, em Quem ama cuida, Antonio Fagundes, 77 anos, está prestes a estrear nos palcos carioca as comédia romântica Dois de Nós, ao lado da atriz Christiane Torloni, que faz um circuito de sucesso há dois anos pelos palcos do Brasil e de Portugal. Convidado do programa semanal da coluna GENTE (disponível no canal VEJA+ no Youtube, no streaming da TV Samsung Plus, LG, TCL e Roku; além da versão podcast no Spotify), entre outros assuntos, o ator explica por que não usa a lei Rouanet para seus projetos.
“A Lei Rouanet é muito boa, é necessária. Tem alguns grupos que só funcionarão se tiver a lei, alguns movimentos culturais só podem existir se houver uma lei. O patrocínio é importante, não é de hoje. A gente não teria Beethoven se não se não fosse patrocinado. A gente não teria grandes obras de arte, se não fossem patrocinadas. Uma orquestra sinfônica, não basta você chamar um bom violinista, ele tem que se enquadrar no conjunto. Isso leva tempo, eles têm que ensaiar muito e durante muito tempo. Se não houver um patrocínio, não tem orquestra sinfônica, grandes corpos de baile, museus e patrimônio histórico. Ao mesmo tempo, a lei tem algumas exigências que acabam cerceando as produções. Eu, particularmente, prefiro uma certa liberdade no sentido de poder produzir do jeito que quero, sem a famosa contrapartida, do que me submeter a isso”.
(Agora a coluna GENTE também está no Instagram. Siga o perfil @veja.gente)
Agradecimento: Hotel Nacional e Elev Comunicação/ Captação de imagens e edição: Libário Nogueira / Sobre o programa semanal da coluna GENTE. Quando: vai ao ar toda segunda-feira. Onde assistir: No canal da VEJA+ no Youtube; Samsung TV Plus (canal 2075), LG Channels (canal 126), TCL Channel (canal 10031) e Roku (canal 221); ou no canal VEJA GENTE no Spotify, na versão podcast.







