Clique e Assine a partir de R$ 9,90/mês

A volta da Disney da China: medição de temperatura e app do governo

Com entradas esgotadas, parque recebeu 24.000 pessoas em seu primeiro dia pós-quarentena

Por Amanda Capuano Atualizado em 12 Maio 2020, 15h10 - Publicado em 11 Maio 2020, 15h43

Quando a Disney de Xangai abriu os portões nesta segunda-feira, às 9h30 no horário local, os visitantes estavam animados. Mas os sorrisos costumeiros de quem adentra o mundo mágico do Mickey Mouse se escondiam atrás de máscaras. O parque chinês fechou as portas em janeiro por causa da pandemia de coronavírus, e é o primeiro da rede a reabrir. A volta foi marcada por ingressos esgotados e regras ferrenhas de segurança.

Turistas durante reabertura da Disney Xangai em 11 de maio Hu Chengwei/Getty Images

Para entrar no local, os ingressos foram previamente adquiridos online. No portão, os visitantes tiveram a temperatura medida e, em seguida, foram recebidos pelos funcionários ao som da clássica When You Wish Upon a Star, trilha sonora de Pinóquio. Com capacidade para até 80.000 visitantes, a atração limitou o acesso a 24.000 pessoas para evitar grandes aglomerações. O resultado foi um dia sem filas. “Conseguimos aproveitar todas as atrações ao menos uma vez. Isso é muito bom”, contou um dos visitantes à agência Associated Press.

ASSINE VEJA

Quarentena em descompasso Falta de consenso entre as autoridades e comportamento de risco da população transforma o isolamento numa bagunça. Leia nesta edição
Clique e Assine
Fila vazia em reabertura da Disney Xangai em 11 de maio Hector Retamal/Getty Images

Lá dentro, marcações nas calçadas e nas filas delimitaram a distância de segurança. Enquanto os brinquedos receberam apenas um grupo por vez, para evitar que desconhecidos ficassem próximos uns dos outros, atividades como a área de recreação infantil e shows em ambientes fechados continuam suspensos – assim como as tradicionais paradas e shows noturnos. Os visitantes ainda tiveram que apresentar um aplicativo do governo de Xangai, que contém informações sobre a saúde de cada um e mapeia os contatos próximos dos visitantes, para verificar a chance de exposição ao vírus.

Continua após a publicidade

Turista de máscara em brinquedo na reabertura da Disney Xangai em 11 de maio de 2020 Hu Chengwei/Getty Images
Visitantes tiveram a temperatura verificada na entrada do Parque da Disney em Xangai Yifan Ding/Getty Images

Os demais parques da Disney seguem fechados e sem previsão de reabertura. De acordo com o site Hollywood Reporter, as atrações deixaram de arrecadar cerca de 1 bilhão de dólares no primeiro trimestre de 2020. Até o fim de março, a gigante do entretenimento registrou uma queda de 1,4 bilhão de dólares em receitas. “Esperamos que esta reabertura seja um feixe de luz para o mundo e dê esperança e inspiração a todos”, disse o presidente Joe Schott ao site USA Today.

Primeiro epicentro da pandemia, a China não registra mortes por coronavírus há três semanas. Segundo os dados oficiais, na primeira semana de maio, o país registrou doze novos casos da doença. No total, foram 82.886 infectados e houve 4.633 óbitos oficiais desde o primeiro registro do vírus, em novembro. 

 

Continua após a publicidade

Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique. Assine VEJA.

Impressa + Digital

Plano completo de VEJA. Acesso ilimitado aos conteúdos exclusivos em todos formatos: revista impressa, site com notícias 24h e revista digital no app (celular/tablet).

Colunistas que refletem o jornalismo sério e de qualidade do time VEJA.

Receba semanalmente VEJA impressa mais Acesso imediato às edições digitais no App.



a partir de R$ 39,90/mês

MELHOR
OFERTA

Digital

Plano ilimitado para você que gosta de acompanhar diariamente os conteúdos exclusivos de VEJA no site, com notícias 24h e ter acesso a edição digital no app, para celular e tablet. Edições de Veja liberadas no App de maneira imediata.

a partir de R$ 9,90/mês

ou

30% de desconto

1 ano por R$ 82,80
(cada mês sai por R$ 6,90)