A avaliação da crítica internacional sobre Wagner Moura em novo filme da Netflix
Brasileiro se salva em chuva de avaliações negativas de 'A Última Casa'
Passando por um bom momento na carreira e nas boas graças de Hollywood, nem as críticas negativas ao filme A Última Casa parecem capazes de manchar a atual fase de Wagner Moura no cinema. Protagonista da produção, que tem apenas 28% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes, que reúne avaliações de críticos de jornais tradicionais e veículos especializados, o ator ainda recebe elogios mesmo em um filme que encontra dificuldades para se sustentar.
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Para Benjamin Lee, do The Guardian, “Moura mantém o público envolvido com a segurança de quem domina o papel de protagonista”, mas isso não é suficiente diante de um filme que “é mais ou menos bom o suficiente para receber um clique descompromissado” caso você esteja “preso em casa por razões sobrenaturais ou não”. Já Guy Lodge, da Variety, destaca que, embora seja uma ficção científica, The Last House se destaca como um drama doméstico, algo que se deve muito às “atuações sólidas e empáticas de Wagner Moura e Greta Lee, como pais”.
Mick LaSalle, do San Francisco Chronicle, é mais sucinto: “O problema não são os atores; eles tornam ‘A Última Casa‘ suportável”, diz, definindo Moura e sua companheira de tela, Greta Lee, como atores dos quais “o público ainda não se cansou e continua apreciando, mesmo enquanto compartilhamos longos 110 minutos com eles em confinamento. “







