7 papéis de Laura Cardoso que marcaram a memória afetiva dos noveleiros
Atriz foi do humor à vilania, em uma carrera prolífica e diversa - com um pico de popularidade nos anos 1990
Com mais de oito décadas dedicadas à atuação, Laura Cardoso somou diversos papéis marcantes na história da dramaturgia televisiva no país. Em um esforço monumental, a lista a seguir selecionou apenas sete deles que ficarão para sempre na memória afetiva dos noveleiros de plantão.
Donana, de Pão-Pão, Beijo-Beijo (1983)
Dois anos após sua chegada à Globo, Laura deu vida a uma das personagens mais queridas da TV nos anos 1980. Mulher de origem italiana, Donana era expansiva, maternal e temperamental. Dava o tom cômico à trama, mostrando a habilidade da atriz de fazer o público chorar e rir.
Isaura, em Mulheres de Areia (1993)
Na pele da mãe das gêmeas Ruth e Raquel, ambas vividas por Gloria Pires, Laura mostrou sua versatilidade para transitar entre emoções, indo da persona carinhosa até a mais dura, o que refletia a trama que explorava a dualidade entre as irmãs, uma boa e a outra má.
Guiomar, em A Viagem (1994)
Papel que beirava o terror, aqui ela era uma pessoa possessiva e que acabava atormentada e incorporada pelo espírito vingativo de Alexandre, personagem de Guilherme Fontes. Na época, ela assustava criancinhas – hoje, as cenas entre os dois atores estampam divertidos memes na internet.
Sinhana, em Irmãos Coragem (1995)
Em uma bem-sucedida sequência de papeís nos anos 1990, a atriz foi a matriarca da família Coragem no remake da novela de Janete Clair. O papel dramático mostrava o dia a dia da vida dura no campo e da busca incessante de uma mãe pela proteção dos filhos.
Dona Carmem, de Chocolate com Pimenta (2003)
Novamente explorando o humor, a personagem era a avó da família rural da novela, núcleo que conquistou o público com seu jeito simples e divertido.
Laksmi Ananda, em Caminho das Índias (2009)
Na novela de grande repercussão internacional, a atriz deu vida à uma mãe rígida e tradicional, que defendia as tradições e mantinha a família sob rédea curta. Apesar de ser um papel pouco agradável, Laura fez de seu carisma inegável, novamente, um trunfo para a personagem.
Dona Sinhá, de Sol Nascente (2016)
Perto dos 90 anos de idade, a atriz, dona de uma longa tradição de mães e avós acolhedoras no currículo, deu vida a uma vilã ardilosa, gananciosa e também divertida, que manipulava o neto para fins criminosos.







