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As melhores e as piores cidades para se morar ao redor do mundo em 2026, segundo ranking

Análise levou em conta características como saúde, educação, infraestrutura, cultura e meio ambiente

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 10 jul 2026, 16h06 | Atualizado em 13 jul 2026, 15h14
As melhores e as piores cidades para se morar ao redor do mundo em 2026, segundo ranking Priorizar nos meus resultados Google

A cidade de Copenhague, na Dinamarca, sustenta a liderança entre as melhores cidades para se viver em 2026. A lista, composta pelo Economist Intelligence Unit — braço de pesquisa e análise do grupo The Economist, que inclui o jornal homônimo — traz uma análise das mudanças em 2026 que mexeram com a qualidade de vida de 173 cidades ao redor do globo.

Além de observar as melhores e piores cidades, o grupo também analisa os motivos que as colocam nestas posições, através de cinco categorias: saúde, educação, infraestrutura, estabilidade e cultura e meio ambiente. Para eles, a maioria das melhores cidades se concentram no Hemisfério Norte do planeta, com quatro na Europa, três na Oceania (em específico na Austrália), duas na Ásia (ambas no Japão) e apenas uma na América do Norte, a cidade de Vancouver, no Canadá.

Veja a seguir a lista das 10 melhores cidades e suas notas

  1. Copenhague, Dinamarca – 98 pontos
  2. Viena, Áustria – 97,1 pontos
  3. Melbourne, Austrália – 97 pontos
  4. Sydney, Austrália – 96,6 pontos
  5. Zurique, Suíça – 96,4 pontos
  6. Genebra, Suíça – 96,1 pontos
  7. Osaka, Japão – 96 pontos
  8. Adelaide, Austrália – 95,9 pontos
  9. Vancouver, Canadá – 95,8 pontos
  10. Tóquio, Japão – 95,7 pontos
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Parte das análises também envolve identificar as cidades que mais cresceram no ranking, e as que mais perderam pontos. Nesse quesito, se destacam as maiores quedas, em sua maioria, cidades no Oriente Médio. De acordo com o ranking, isso se deu pelo recente aumento de conflitos armados na região. Entre as maiores quedas no ranking, chegaram ao “topo” da lista Mascate (Oman) em primeiro lugar, a Cidade do Kuwait (Kuwait) em segundo, Amã (Jordânia) em terceiro, Manama (Bahrein) em quarto, Doha (Catar) em quinto, e duas grandes cidades dos Emirados Árabes Unidos, Abu Dhabi e Dubai, também nas 10 maiores quedas.

Apesar desse fator, algumas das piores cidades para se viver continuaram as mesmas de outros anos de análise. Damasco, na Síria, mantém seu status de pior cidade para se viver desde 2013. A lista inclui ainda Trípoli, na Líbia, Daca, em Bangladesh, Kiev, na Ucrânia e Lagos, capital da Nigéria.

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Veja a seguir a lista das 10 piores cidades e suas notas

  1. Damasco, Síria – 31,6 pontos
  2. Trípoli, Líbia – 40,6 pontos
  3. Daca, Bangladesh – 41,7 pontos
  4. Karachi, Paquistão – 42,7 pontos
  5. Argel, Argélia – 42,8 pontos
  6. Lagos, Nigéria – 43,5 pontos
  7. Porto Moresby, Papua Nova-Guiné – 44,1 pontos
  8. Kiev, Ucrânia – 44,5 pontos
  9. Harare, Zimbábue – 44,7 pontos
  10. Teerã, Irã – 45,3 pontos
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A seção sobre maiores aumentos, porém, trouxe um ranking quase completamente chinês. A organização explica que, após décadas de investimento público, a China teve um grande aumento em todos os índices levados em conta pelas observações. A lista inclui, em primeiro lugar, Fuzhou, e em seguida Wuxi, Nanjing, Zhuhai, Qingdao, Shenyang, Dalian, Xian, Chongqing e Guangzhou.

O Brasil também aparece na listagem, mas bem atrás de todas as outras cidades. Em 108º lugar, o Rio de Janeiro surge como primeira cidade brasileira do ranking. São Paulo, maior cidade do país, aparece algumas posições atrás do Rio, junto de Manaus, que também apareceu após as cem primeiras cidades.

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